, interrompendo o fluxo de envio de combustíveis ao país. Isso somado a décadas de bloqueios e embargos comerciais tem intensificado a crise econômica na nação caribenha. A política de causar uma ruptura política na ilha que leve a uma troca de poder em favor de algum grupo mais aberto às leis do mercado é abertamente declarada pelo Secretário de Estado Marco Rubio, de ascendência cubana.
Um senso de urgência para a situação ficou nítido na reunião de Trump com lideranças latino-americanas em 7 de março, no anúncio do Escudo das Américas. O líder americano disse que Cuba está em "seus últimos momentos de vida", revelando que Rubio vai dar atenção ao tema tão logo a situação no Irã dê sinais de resolução.
No entanto, as atenções e interesses americano na ilha não são novas, chegando até os primórdios da Guerra da Independência dos EUA. Desde então, já houve tentativas de comprar a ilha, intervenções militares, apoios e confrontos com governos e idas e vindas na política comercial.
Com a derrubada da ditadura de Fulgêncio Batista e a ascensão de Fidel Castro ao poder na ilha, Cuba virou uma peça-chave na Guerra Fria e um últimos bastiões do socialismo como forma de governo. O país está numa encruzilhada porque sempre dependeu de subsídios de adversários dos EUA, como a União Soviética, a Venezuela, a Rússia e a China, um fluxo que tem sido seguidamente reduzido, ou totalmente interrompido.
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