O governo dos Estados Unidos divulgou ontem um comunicado para a imprensa do país em que afirma que discute opções para "adquirir" a ilha da Groenlândia, que é um território autônomo da Dinamarca. O governo de Donald Trump afirma que controlar a Groenlândia é uma prioridade de segurança nacional. "É vital para dissuadir nossos adversários na região do Ártico. O presidente e sua equipe estão discutindo uma série de opções para alcançar esse importante objetivo de política externa", diz o comunicado, informando também que "utilizar as Forças Armadas é uma alternativa". Na segunda-feira, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielssen, cobrou que Trump pare com as ameaças. "Basta! Chega de pressões. Chega de insinuações. Chega de fantasias de anexação". A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, classificou a tentativa de anexação como absurda. A União Europeia também se manifestou ontem em um comunicado conjunto de seus estados-membros no qual afirma que 'a Groenlândia pertence ao seu povo' e que a "UE continuará a defender os princípios da soberania nacional, da integridade territorial e da inviolabilidade das fronteiras". Saiba mais. Venezuela entregará 50 milhões de barris de petróleo aos EUA. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ontem por meio de sua rede social que o governo interino da Venezuela concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos EUA. Segundo Trump, o óleo será vendido ao seu país e ele controlará o dinheiro. "Este petróleo será vendido ao seu preço de mercado, e esse dinheiro será controlado por mim, como presidente dos EUA, para garantir que seja usado em benefício dos povos da Venezuela e dos EUA", escreveu na Truth Social. Segundo a publicação, o petróleo será transportado por navios para portos norte-americanos. Essa quantidade de petróleo corresponde a cerca de dois meses da produção atual venezuelana e fontes citadas pela agência Reuters revelam que há um acordo entre os dois países para vender para os EUA o petróleo estocado que iria para a China. Delcy e irmão mantiveram conversas com os EUA meses antes de captura de Maduro. Fontes diplomáticas ouvidas pela colunista do UOL Mariana Sanches disseram que a recém-empossada presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, e seu irmão, Jorge Rodriguez, reconduzido para o posto de presidente da Assembleia Nacional do país, mantiveram conversas com emissários do presidente dos EUA, Donald Trump, por meses antes da operação militar do último sábado que capturou Nicolás Maduro. As conversas tratavam sobre os interesses de Washington de obter acordos com o regime chavista para exploração das reservas de minério e petróleo do país, e para a repatriação de centenas de milhares de imigrantes venezuelanos que entraram de modo irregular nos EUA nos últimos anos. Os contatos dos irmãos Rodríguez aconteciam sobretudo com o embaixador americano Richard Grenell, designado por Trump como enviado presidencial para missões especiais na Venezuela. Segundo apurações da coluna, Delcy havia se mostrado disposta a liberar dois prisioneiros dos EUA, mas demonstrou incômodo com a perspectiva de que, na visita à Venezuela, Grenell se encontraria com a líder da oposição Maria Corina Machado. Frio de -30°C na Europa causa mortes e prejudica voos, linhas de trem e estradas. A Europa viveu ontem um dia de mortes e caos nos transportes. Uma onda de frio derrubou as temperaturas em várias regiões do continente. Na Alemanha, os termômetros marcaram 24°C negativos, na Holanda centenas de voos foram cancelados e todo o sistema ferroviário do país ficou paralisado nas primeiras horas da manhã por uma pane de TI. Já é o quinto dia de frio intenso, com nevascas e a formação do chamado gelo negro, uma camada fina e escorregadia que torna todo tipo de pavimento propenso a acidentes. Na França, cinco mortes foram registradas em rodovias; no Reino Unido, as aulas foram canceladas em centenas de escolas e até a ilha de Maiorca, na Espanha, um dos símbolos do verão europeu, ficou coberta de gelo. A neve bloqueia regiões na Romênia, Croácia e República Tcheca, e Suécia, Alemanha e Áustria também estão em estado de atenção. Segundo os serviços de meteorologia, o frio ainda deve se intensificar durante a semana. Saiba mais. Moraes nega transferência de Bolsonaro para hospital após queda. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse ontem que Jair Bolsonaro sofreu uma queda enquanto dormia e bateu com a cabeça, e defendeu a transferência do marido para um hospital. A Polícia Federal informou que o ex-presidente recebeu atendimento médico após ter relatado a queda à equipe de plantão e "não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação". Os advogados de Bolsonaro afirmaram que ele "sofreu queda em sua cela, com impacto craniano e suspeita de traumatismo" e pediram a sua "imediata remoção ao hospital". O ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido e disse que o médico da Polícia Federal constatou apenas ferimentos leves e não identificou a necessidade de encaminhá-lo a um hospital. A defesa insiste que Bolsonaro saia da prisão para realizar exames e indicou uma série de análises requisitadas por um de seus médicos. Moraes ainda não se manifestou sobre esse pedido. |
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