Entrevista de 6 horas, Rússia perto do abismo, sem almoço grátis e o "momento darwinista" do trabalho

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Domingo, 5 de julho de 2026

CEO de empresa de US$ 25 bilhões diz que entrevista de uma hora é perda de tempo

Para Iñaki Ereño, CEO da Bupa, entrevistas de 45 minutos não bastam para avaliar um candidato. Por isso, ele adota um processo de seis horas, dividido em três encontros, incluindo almoço ou café da manhã em restaurante. Ali, observa iniciativa, confiança, linguagem corporal e até o jeito como a pessoa trata o garçom. Para o executivo, sinais de liderança aparecem justamente fora do ambiente formal da entrevista tradicional.

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Putin empurra Rússia para “abismo econômico, político e militar”, diz think tank

Após anos de resistência às sanções ocidentais, a economia russa começa a dar sinais de esgotamento, segundo relatório do CSIS. O think tank afirma que o esforço de guerra drenou recursos fiscais, enfraqueceu a capacidade militar e aumentou a dependência de receitas energéticas em queda. Para os autores, Putin ainda sustenta a ofensiva, mas ao custo de empurrar a Rússia para um “abismo econômico, político e militar”, com perdas crescentes no campo de batalha.

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“Sem almoço grátis”: Nvidia vale quase US$ 5 tri, mas ainda não mima funcionários

Mesmo avaliada em quase US$ 5 trilhões, a Nvidia não oferece almoço grátis aos funcionários. A empresa subsidia refeições, mas mantém uma política mais austera do que a de rivais como Google e Meta. A lógica, segundo a Fortune, combina disciplina de custos com uma cultura intensa de trabalho liderada por Jensen Huang. Em troca de menos mimos no dia a dia, a companhia aposta em remuneração via ações, que renderam muito mais que benefícios tradicionais.

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Mercado de trabalho terá “momento darwinista” com IA, diz CEO: Evolua ou seja cortado

O CEO da Palo Alto Networks, Nikesh Arora, diz que a IA está levando o mercado de trabalho a um “momento darwinista”, em que profissionais terão de evoluir ou ficar para trás. Para ele, dominar IA será decisivo para contratações e carreira, enquanto empresas já cortam equipes e buscam talentos mais preparados. A lógica, segundo Arora, é simples: quem aprender a usar a tecnologia terá vantagem; quem não se adaptar corre mais risco de ser substituído.

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