• Ibovespa: -1,19% (181.908,87 pts.)
• S&P 500: +0,19% (7.412,84 pts.)
• Nasdaq: +0,10% (26.274,13 pts.)
• Dow Jones: +0,19% (48.704,47 pts.)
• Dólar: -0,1% (R$ 4,891)
• Euro: -0,09% (R$ 5,761)
• Petróleo Brent (julho): +2,88% (US$ 104,21)
• Ouro (junho): -0,04% (US$ 4.728,7)Contexto: O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira (11), pressionado por ações sensíveis aos juros. A nova alta do petróleo, em meio ao impasse entre Estados Unidos e Irã, reforçou as preocupações com a inflação e com os próximos passos do Banco Central.
Em uma sessão de liquidez reduzida, o dólar oscilou em margens estreitas e encerrou perto da estabilidade. No exterior, porém, a moeda norte-americana manteve ganhos frente a algumas divisas de países emergentes, após os EUA rejeitarem a resposta do Irã à proposta de paz apresentada por Washington.
Nos Estados Unidos, as bolsas fecharam em leve alta. O otimismo em torno da inteligência artificial continuou sustentando o mercado, embora o entusiasmo com a temporada de balanços tenha perdido força na reta final dos resultados corporativos.
Ao mesmo tempo, a alta do petróleo voltou a alimentar temores inflacionários, enquanto as negociações de paz entre EUA e Irã permaneciam travadas. Os preços do petróleo avançaram depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou as últimas condições impostas pelo Irã para encerrar o conflito.
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América Latina está mais resiliente contra impactos da guerra, diz Goldfajn A América Latina e o Caribe têm se mostrado "muito mais resilientes" do que outras regiões ao choque causado pela guerra do Oriente Médio nos preços e oferta de petróleo, segundo estudo apresentado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) na Brazil Week.
Presidente da instituição, Ilan Goldfajn avaliou, em entrevista exclusiva à CNN Brasil, que este é "o maior choque" vivido hoje pelo mundo. Mas, ao comparar a posição da região com a Ásia, Áfria e Europa, o economista vê os países daqui "mais preparados".Porém, Goldfajn ressalta que "o choque não vai acabar hoje", de modo que "o preço do petróleo pode ficar mais alto por um tempo".
A tendendência é de que, com preços da commodity mais pressionados, a inflação e, sobretudo, os preços de alimentos devem ser impactados. O economista ressalta que esse movimento tende a levar ao aumento da pobreza.
Segundo o estudo do BID, se o estresse perdurar mais que quatro trimestres, a pobreza pode aumentar de 0,3 ponto percentual a 0,8 ponto a depender do país da América Latina.
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Por Lucinda Pinto: Cenário para novos IPOs ainda é desafiador A Compass concluiu seu IPO e passou a integrar o grupo de companhias abertas na B3, mas, ainda assim, o cenário brasileiro parece não estar tão favorável para a abertura de capital. Lucinda Pinto, analista do CNN Money, comenta o episódio e o contexto do mercado.
🔗 Confira a análise completa
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Terça-feira (12/5)
Brasil
9h - IBGE divulga o IPCA (abril)
9h - IBGE divulga o INPC (abril)
Estados Unidos
7h - NFIB divulga a Confiança do Pequeno Empresário (abril)
9h30 - BLS divulga o CPI (abril)
15h - Tesouro divulga o Resultado Fiscal Mensal (abril)
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