Quanto custa viajar para Paris? Vem ver! ✈️

Você já conhece Paris? A cidade é um dos destinos mais visitados do mundo e, se você tem planos de fazer essa viagem este ano (seja pela primeira vez ou para reviver a mágica da Cidade Luz), uma coisa é fato: é sempre bom se organizar! Na News de hoje, você encontra um guia com os principais valores para ter em mente. E tem mais: trago um panorama sobre como o turismo está caminhando para ser mais consciente e sustetável. Para quem está em SP, tem dica de restaurante clássico que sempre vale voltar! Bora nessa?
As viagens mudaram: menos excesso, mais consciência, inclusive à mesa

Viajar nunca foi apenas sobre o destino. Sempre foi sobre o impacto que deixamos nele.

Ao longo dos anos, cruzando diferentes cantos do Brasil e do mundo, uma coisa ficou clara para mim: os lugares mais marcantes não são necessariamente os mais luxuosos ou mais fotografados. São, na verdade, aqueles que mantêm sua essência. Onde a cultura pulsa, a comunidade está presente e a experiência não parece desconectada da realidade local.

Talvez por isso o turismo esteja passando por uma mudança tão profunda e silenciosa. Hoje, mais do que escolher para onde ir, começamos a nos perguntar como ir, como consumir e que rastros essa viagem deixa para trás.

Essa percepção, que já vinha aparecendo em muitas experiências pelo caminho, agora ganha respaldo concreto. O Guia da Hospitalidade Sustentável 2026, realizado pelo projeto Hospitalidade Sustentável Brasil (HSB), atrelado à Inmix Consultoria, mostra que 98% dos brasileiros pretendem fazer viagens mais sustentáveis nos próximos meses.

A porcentagem é superior à média global, que oscila entre 85% e 89%. Os dados foram retirados de uma pesquisa da Booking.com, realizada em 2025 com 32 mil viajantes de 34 países. Assim, o levantamento deixa claro: sustentabilidade não é mais um nicho, mas um comportamento.

Para conferir mais detalhes sobre como o turismo pode transformar destinos de forma positiva, é só clicar aqui e ler a coluna completa! 



Paris é, para muitos, uma viagem dos sonhos — mas que fica muito mais real quando a gente entende quanto custa, de fato, visitar a Cidade Luz! ✨

Se 2026 é o seu ano de ver a Torre Eiffel de perto (ou revisitá-la), vale começar pelo básico: o passaporte sai por R$ 257 e, por enquanto, brasileiros não precisam de visto — mas o Etias (sistema eletrônico para autorização de viagens) deve entrar em cena ainda este ano, com taxa prevista de 20 euros. Depois vêm as passagens, que variam bastante: partindo de cerca de R$ 3.600 em meses mais tranquilos até aproximadamente R$ 5 mil no auge do verão europeu.

Para a chegada, aparecem aqueles custos que fazem diferença no total: seguro-viagem (obrigatório para entrar na França), com valores que costumam começar em R$500; chip de internet, com valores que variam entre 20 e 50 euros; e, claro, a hospedagem. Em Paris, as opções vão do charme acessível de hotéis boutique no Marais a verdadeiros palácios como o Ritz ou o Plaza Athénée, com diárias que passam fácil dos mil euros.

E aí vem a melhor parte: viver a cidade. Comer bem pode significar desde um sanduíche de rua até um restaurante clássico. A tradicional Le Voltaire, à beira do Sena, é uma das brasseries mais renomadas de Paris, servindo pratos como escargot com alho e linguado à meunière, com valores entre 19,50 (R$ 116) e 78 euros (R$ 467). Uma sugestão mais acessível para quem deseja conhecer a culinária francesa é o Bouillon Pigalle, com sopa de cebola por 3,90 euros (cerca de R$ 23) e boeuf bourguignon por 12 euros (cerca de R$ 71). Para um simples (e perfeito) shawarma no Marais, procure o L'As du Fallafel, que serve o item por cerca de 12 euros.

Nos passeios, organize-se e compre os principais ingressos com antecedência: para subir até o topo da Torre Eiffel, os valores começam em cerca de R$ 168; visitar o Louvre custa R$ 191 para adultos; e ir até o topo do Arco do Triunfo sai por R$ 95. Outros programas clássicos (e gratuitos) por Paris incluem caminhar à margem do Rio Sena, conhecer as lojas das Galeries Lafayette e passar um tempo no Jardim de Luxemburgo.

Quer ver mais dicas do que fazer em Paris e quais os valores? A matéria completa do CNN Viagem & Gastronomia organiza tudo para você planejar sem sustos (e com muito mais prazer)! Clica aqui para acessar o texto! 🥐


Existe um endereço no Vietnã que está fazendo sucesso — e é diferente de tudo que você já viu!

Em plena movimentada rua Nguyen Hue, na cidade de Ho Chi Minh (antiga Saigon), um antigo prédio residencial se transformou em um hub de cafés, onde cada andar guarda uma surpresa diferente.

Conhecido como "Cafe Apartments", o edifício reúne dezenas de espaços independentes que ocupam antigos apartamentos e hoje funcionam como cafeterias, lojas e estúdios. Do lado de fora, a fachada já chama atenção: janelas coloridas, letreiros variados e uma estética que parece quase improvisada — mas é justamente isso que dá personalidade ao lugar.

Subir pelos andares é como explorar pequenos universos. Cada café tem seu próprio conceito, decoração e cardápio — de ambientes minimalistas a espaços cheios de plantas, de cafés tradicionais vietnamitas a releituras modernas. A experiência vai além do consumo: é sobre descobrir, observar e se perder um pouco em meio à criatividade local.

Mais do que um ponto turístico, o prédio reflete a energia contemporânea de Ho Chi Minh, onde o passado encontra novas formas de ocupação urbana e expressão cultural. É também um retrato da forte cultura de cafés do Vietnã, que faz parte do dia a dia da cidade.

E aí? Você incluiria essa parada no seu roteiro de viagem pelo país ou prefere passeios em meio à natureza? ☕


ICI Bistrô, o luxo de saber exatamente o que esperar 

Em São Paulo, a gente se acostumou a medir os restaurantes pelo que acabou de abrir. A novidade da semana, a fila do momento, o lugar que todo mundo precisa conhecer agora. Mas, no meio desse ritmo, existem endereços que operam em outra lógica. Não são sobre o novo, são sobre permanência. O ICI Bistrô é um deles.

Ali, você não vai para "ver e ser visto". Vai porque sabe exatamente o que vai encontrar. E isso, hoje, é um luxo. O garçom reconhece pelo nome, a mesa parece sempre familiar e o ambiente tem aquele equilíbrio difícil entre elegância e conforto real, sem esforço, sem pose. Não é raro dividir o salão com empresários, políticos ou nomes conhecidos. Mas ninguém está ali para performar. A regra não dita é a discrição.

Aberto em 2002, fruto da parceria entre o chef Benny Novak e o restaurateur Renato Ades, o ICI nasceu com alma de bistrô de bairro em Higienópolis. E talvez seja exatamente isso que o mantém atual depois de mais de duas décadas. Ele nunca tentou ser outra coisa.

Os números ajudam a contar essa história de fidelidade quase afetiva. São centenas de milhares de clássicos servidos ao longo dos anos, do steak tartare ao magret de pato, passando pelo steak au poivre e pelo pain perdu. Pratos que atravessam o tempo sem precisar de releitura.

Mas mais do que os pratos, o que permanece é a sensação. Aquela de entrar em um lugar onde tudo já foi testado, ajustado e afinado ao longo dos anos. Onde o serviço é caloroso de verdade e não um roteiro ensaiado. Onde a cozinha clássica francesa aparece sem firulas, bem executada, no ponto certo.
O ICI também tem seus pequenos rituais contemporâneos. O Formule Bistrô no almoço, por R$98, é quase um segredo bem guardado para quem circula pela região. E o vinho da casa, o Le Petit Ici, cumpre perfeitamente o papel de acompanhar sem complicar, como todo bom bistrô pede.

Recentemente, a casa voltou ao seu endereço original, na Rua Mato Grosso, em um espaço maior e mais iluminado, mas sem perder o charme que construiu sua história. É como reencontrar alguém que você conhece há anos e perceber que, apesar das mudanças, a essência continua intacta.

Em tempos de restaurantes que nascem já pensando no hype, no clique e na fila, o ICI segue no caminho oposto. E talvez seja por isso que continue tão relevante.

Porque, no fim, existem lugares que a gente descobre. E existem aqueles para onde a gente sempre volta.

Ici Bistrô: Rua Mato Grosso, 396 - Higienópolis  - São Paulo - SP / Tel.: (11) 3259-6896 / Funcionamento: segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sexta-feira, das 12h às 15h e das 19h às 23h30; sábado e feriados, das 12h às 16h e das 19h às 23h30; domingo, das 12h às 16h30.
 

Continuo a minha jornada por Lima, uma das capitais gastronômicas mais vibrantes do mundo, e, desta vez, visitei endereços que revelam a diversidade e a criatividade da culinária peruana. Teve de tudo: da cozinha nikkei do Maido, eleito o melhor restaurante do mundo em 2025, à proposta autoral do Mayta e do Sapiens. Também passei pelas barracas de ceviche de rua, conheci o criativo Frina e provei os drinques do Lady Bee, eleito o melhor bar do país.

Entre conversas com chefs renomados, almoços descontraídos e experiências que unem tradição e inovação, Lima se apresenta como um polo gastronômico profundamente conectado ao território e às raízes culturais do Peru. Um destino imperdível para quem ama comer bem e explorar o mundo pelos sabores!


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