Quando o governo pega o seu $ e você sorri

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Caro leitor (a), 

 

Na maior parte das vezes em que o governo "pega" o seu dinheiro, a sensação está longe de ser boa: imposto, taxa, tarifa… você conhece o roteiro. 

Mas existe uma situação em que acontece o contrário: você empresta dinheiro para o governo, e é ele quem te paga, com juros. 

É assim que funciona o Tesouro Direto: na prática, você compra títulos públicos e se torna credor do governo. Em troca, recebe juros acordados, que podem acompanhar a Selic, a inflação ou uma taxa prefixada. 

O problema é que, mesmo sendo um dos investimentos de menor risco de crédito do mercado, muita gente ainda deixa o Tesouro Direto de lado por achar complicado, cheio de siglas e "marcação a mercado". 

Para descomplicar isso de uma vez, o InfoMoney preparou um Guia completo do Tesouro Direto, gratuito e em linguagem direta. 

 

No guia, você vai entender: 

  1. como funcionam os principais títulos (Selic, IPCA+, prefixado); 

  1. quando cada um deles pode fazer sentido para você (reserva, médio e longo prazo); 

  1. quais são os riscos, custos e cuidados que realmente importam; 

  1. o passo a passo para começar (ou ajustar) seus investimentos no Tesouro. 

Se a ideia de emprestar dinheiro ao governo e receber de volta com juros faz sentido para você, vale entender esse mecanismo com mais profundidade antes de tomar qualquer decisão. 


Pela sua liberdade financeira, 
Equipe InfoMoney

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