Petróleo dispara 8% e barril ultrapassa US$ 81 em meio à guerra

• Ibovespa: -2,64% (180.463,84 pts.)
• S&P 500: -0,56% (6.830,71 pts.) 
• Nasdaq: -0,26% (22.748,48 pts.)
• Dow Jones: -1,61% (47.954,74 pts.) 
• Dólar: -0,86% (R$ 5,218)
• Euro: +0,71% (R$ 6,118)
• Petróleo Brent (maio): +4,93% (US$ 85,41)
• Ouro (abril): -1,09% (US$ 5.078,7) 


Contexto: O Ibovespa fechou em baixa nesta quinta-feira (5), enquanto o mercado segue monitorando os desdobramentos da guerra entre os Estados Unidos, Israel e Irã. O conflito chega ao seu sexto dia com os investidores globais voltando a buscar ativos de menor risco.

No câmbio, o dólar encerrou o dia em alta no Brasil, acompanhando o avanço da moeda no exterior, com investidores voltando a buscar a segurança da divisa norte-americana.

Os índices de ações dos Estados Unidos fecharam em baixa, enquanto tensões geopolíticas provocaram preocupações com a inflação e com a política monetária do Federal Reserve.

Petróleo dispara até 8% e barril ultrapassa US$ 81 em meio à guerra com Irã



Os preços do petróleo fecharam em forte alta nesta quinta, uma vez que o Estreito de Ormuz - responsável por cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo - continua fechado com a escalada da guerra no Oriente Médio.

A fundadora da SHS Investimentos, Adriana Ricci, disse ao CNN Money que a forte alta desta sessão acontece, especialmente, porque o mercado passou a precificar risco de interrupção da oferta global.

"Os ataques, paralisações de produção e riscos logísticos aumentaram muito o prêmio de risco geopolítico no preço. O mercado teme bloqueios ou ataques no Estreito de Ormuz, visto que a redução do fluxo e aumenta o custo do petróleo", completa Ricci.

Caso o conflito continue escalando, o petróleo pode testar os US$ 90 e US$ 100 por barril, ao mesmo tempo em que pode haver um impacto maior na inflação e no custo de energia, segundo o analistas.

Mais cedo, o Irã afirmou ter atingido um navio petroleiro norte-americano que estava no Golfo Pérsico.

"O petróleo disparou [...] em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e à incerteza sobre o fluxo pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa um quinto da oferta global. O efeito chegou rápido ao Brasil: Ibovespa em queda e um possível impacto de 0,7 ponto percentual na inflação, segundo a XP", observa André Matos, CEO da MA7 Negócios.

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Lucinda Pinto, analista do CNN Money, comenta os últimos desdobramentos do Caso Master, o desgaste que o BC (Banco Central) sofreu no meio do processo e fala sobre o aporte extra do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) anunciado para 25 de março.

🔗 Confira a análise completa



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