• Ibovespa: +0,35% (180.270,62 pts.) • S&P 500: -0,27% (6.606,49 pts.) • Nasdaq: -0,28% (22.090,69 pts.) • Dow Jones: -0,44% (46.021,43 pts.) • Dólar: -0,52% (R$ 5,216) • Euro: +0,45% (R$ 6,042) • Petróleo Brent (maio): +1,18% (US$ 108,65) • Ouro (abril): -5,9% (US$ 4.605,7) Contexto: O Ibovespa recuperou o fôlego e fechou em alta nesta quinta-feira (19), revertendo perdas ao longo da sessão e chegando a superar os 181 mil pontos no melhor momento, em meio ao alívio nos preços do petróleo no pós-mercado. Mais cedo, com o barril do Brent alcançando US$ 119 após ataques do Irã a instalações de energia no Oriente Médio, a disparada da commodity pressionou os mercados globais. Ainda assim, a melhora no cenário externo ao longo da tarde ajudou a sustentar o avanço da bolsa brasileira. No câmbio, o dólar também refletiu esse movimento: após operar em alta durante boa parte do dia, influenciado pelas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, a moeda virou para queda e encerrou o pregão no campo negativo. Em Wall Street, os principais índices fecharam em baixa, pressionados também pela escalada do petróleo, que reacendeu temores inflacionários, e pela postura mais conservadora do Federal Reserve em relação ao ritmo de cortes de juros. | | | Petrobras reduz venda de combustível em 20%; mercado teme desabastecimento A Petrobras reduziu em até 20% o volume de combustíveis que distribuidoras poderão comprar em abril, em relação ao que foi comprado em igual período do ano passado. A medida, que pegou os agentes de surpresa, empurra o país para uma encruzilhada: ou o setor privado acelera importações com preços cada vez maiores, ou cresce o risco de desabastecimento. Mensalmente, a Petrobras anuncia a "cota mês" que cada cliente pode comprar das refinarias. O limite é necessário porque o Brasil não é autossuficiente em diesel e gasolina. Como a demanda é maior que a oferta, a Petrobras estabelece um teto para o volume que pode ser comprado pelas distribuidoras privadas. Diante desse cenário, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) declarou sobreaviso no abastecimento nacional e determinou o aumento imediato da oferta de combustíveis no país, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e ao risco de pressão sobre o mercado interno. Em um documento ao qual o CNN Money teve acesso, a diretoria da agência aponta um "cenário excepcional observado a partir do fim de fevereiro de 2026" e estabelece medidas emergenciais para garantir o suprimento de diesel e gasolina. A Petrobras afirma que "continua entregando ao mercado todo o volume de combustíveis produzidos em suas refinarias, que estão operando em carga máxima. A companhia tem ampliado e antecipado entregas às distribuidoras, fornecendo volumes cerca de 15% superiores aos montantes acordados no início do mês". "Em relação às notícias veiculadas na imprensa sobre decisão da ANP a respeito da oferta de combustíveis ao mercado nacional, a companhia informa que irá analisar o teor completo da decisão e avaliar todos os detalhes e implicações envolvidas. A Petrobras sempre prestou e continuará prestando todas as informações e esclarecimentos solicitados pela ANP, com a qual mantém relação de respeito e colaboração, conforme é a obrigação da empresa perante seu órgão regulador", diz nota enviada ao CNN Money. | | | Por Lucinda Pinto: Gestão Haddad encerra sem solução para fiscal Durante evento em São Paulo junto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que está deixando a pasta. Lucinda Pinto, analista do CNN Money, comenta o trabalho do petista à frente da equipe econômica. 🔗 Confira a análise completa | | |   Sexta-feira (20/3) Zona do Euro 7h - Eurostat divulga a Balança Comercial | | | | | |
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