| | 3 de março de 2026 | | Guerra no Irã: Dubai, refúgio de impostos da elite, pode sofrer perdas catastróficas | Os ataques do Irã a Dubai e a outros polos do Golfo abalam o refúgio livre de impostos que atrai bilionários, bancos e turistas do mundo todo. Hotéis de luxo, portos, aeroportos e marcos como o Burj Khalifa foram atingidos ou afetados, paralisando operações e elevando o risco para comércio, aviação e energia. Com forte dependência de expatriados e capital externo, a região pode sofrer impacto profundo — e provocar ondas de choque nos mercados globais. Leia Mais |
| Saiba as melhores táticas para o investidor se proteger em tempos de guerra | | O conflito entre Irã, EUA e Israel afeta mercados globais e o Brasil. O ideal é manter o sangue frio e não se levar pelas fortes flutuações dos investimentos. Perdas com títulos longos de renda fixa diante da alta dos juros e da marcação a mercado não mudam o cenário para quem vai levar o papel até o vencimento. Já os mercados acionários tendem a reagir mais emocionalmente no curto prazo, voltando à racionalidade com a avaliação dos impactos reais nos próximos dias. Fundos multimercados também devem enfrentar oscilações, mas podem acompanhar uma eventual recuperação dos mercados. Leia Mais |
| Os 35 eventos de tecnologia e inovação para ficar de olho em 2026 | | O calendário de 2026 promete um ano intenso para o ecossistema de tecnologia e inovação. De encontros regionais a conferências globais, os eventos reunirão investidores, empreendedores, profissionais e entusiastas em busca de tendências emergentes, troca de experiências e novas oportunidades de negócios. Mais do que palestras e workshops, esses encontros funcionam como laboratórios de conexão: é ali que ideias ganham força, parcerias se formam e soluções inovadoras começam a sair do papel. Leia Mais |
| Debêntures incentivadas: "Sucesso era improvável, mas se validou", diz gestor | | O mercado de debêntures incentivadas alcançou cerca de R$ 180 bilhões em emissões no último ano, consolidando o mercado de capitais como principal fonte de financiamento de infraestrutura de longo prazo no Brasil. Para Ulisses Nehmi, CEO da Sparta Investimentos, os números comprovam o sucesso de um instrumento que, quando criado em 2011, era visto com ceticismo. Nehmi destaca que a isenção de imposto de renda foi decisiva para atrair a pessoa física, mas alerta para os efeitos colaterais de uma demanda excessiva: o critério do investidor pode diminuir, e empresas conseguem emitir dívida em condições que nem sempre refletem seus fundamentos. A entrevista foi concedida no programa Stock Pickers. Leia Mais |
| Passageiros não fecham porta de táxi autônomo, e empresa paga gente só para isso | Robotáxis sem motoristas já circulam por grandes cidades dos EUA, mas ainda dependem de humanos para tarefas básicas: fechar a porta. Passageiros da plataforma de táxis autônomos Waymo deixam veículos abertos por esquecimento ou preguiça, obrigando a empresa a pagar até US$ 24 (R$ 125) para motoristas e apps de guincho resolverem o problema, criando uma microeconomia improvisada. Apagões, falhas operacionais e vandalismo também expõem limites da tecnologia, enquanto a empresa acelera a expansão e aposta em parcerias para consolidar o futuro autônomo. Leia Mais |
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