| | 24 de março de 2026 | | Como o CEO do Walmart usa as lições do pai para conduzir gigante de US$ 1 trilhão | John Furner lidera o Walmart em uma transformação ambiciosa: de gigante do varejo tradicional a potência tecnológica capaz de rivalizar com a Amazon. Inspirado por valores aprendidos com o pai, como colaboração e foco nas pessoas, ele aposta em remuneração mais alinhada ao desempenho e em oportunidades internas de crescimento. Ao mesmo tempo, coloca a IA no centro da estratégia, usando-a para aumentar a produtividade sem reduzir o quadro de funcionários, enquanto prepara a empresa para um futuro mais digital, automatizado e orientado por dados. Leia Mais |
| Agentes de IA são divertidos e úteis, mas não entregue a eles seu cartão de crédito | | Os novos robôs de IA já vão além de simples chatbots: pesquisam, negociam, escrevem e executam tarefas de forma autônoma, funcionando como assistentes digitais capazes de substituir parte do trabalho humano. O potencial é enorme, mas os riscos também: erros podem gerar prejuízos reais, com gastos financeiros não autorizados, decisões equivocadas e danos a dados. Enquanto empresas apostam na tecnologia e preveem cortes de pessoal, especialistas defendem supervisão humana rigorosa. O avanço é rápido e poderoso, mas ainda imprevisível e longe de ser totalmente confiável. Leia Mais |
| Jogadores de Pokémon Go criaram mapa gigante que ajuda robôs a entregarem pizza | | Usuários de Pokémon Go ajudaram a construir um gigantesco banco de 30 bilhões de imagens do mundo real, agora transformado em um modelo geoespacial avançado para robôs. A tecnologia da Niantic Spatial usa essas imagens para criar mapas precisos e em tempo real, superando limitações do GPS em áreas urbanas densas. Aplicada a robôs de entrega, a solução promete maior precisão na navegação e melhor experiência ao cliente. O projeto revela como dados coletivos podem impulsionar inovações em IA e robótica. Leia Mais |
| Globalização enfrenta sua próxima crise, com logística afetada e risco de inflação | | A guerra no Golfo Pérsico expõe a fragilidade e a persistência da globalização, ao desorganizar cadeias de suprimentos muito além da energia. Rotas marítimas e aéreas interrompidas elevam custos, travam mercadorias e pressionam preços de insumos como fertilizantes e metais. Após a pandemia, empresas voltaram a priorizar eficiência global, ampliando a vulnerabilidade a choques. Com petróleo caro e logística comprometida, cresce o risco de estagflação, enquanto indústrias e consumidores enfrentam escassez, atrasos e inflação disseminada. Leia Mais |
| Fluxo estrangeiro volta à bolsa, e Brasil se destaca por fraqueza dos rivais | | A estabilidade institucional mínima e a manutenção de indicadores econômicos básicos colocaram o Brasil em uma posição privilegiada no cenário global, não por uma melhora brilhante, mas pela deterioração de seus pares diretos. Segundo Ricardo Lacerda, CEO e fundador do banco BR Partners, o país passou a ser visto como menos complicado em um desfile de emergentes problemáticos, o que explica a retomada do fluxo de capital estrangeiro observada a partir do terceiro trimestre do ano passado. O tema foi discutido durante o programa Stock Pickers, produzido pela XP. Leia Mais |
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