Na prática, isso significa aproximar o laboratório do dia a dia das pessoas. A empresa vem estabelecendo parcerias multidisciplinares com instituições e consultorias, adotando um modelo que busca antecipar tendências e identificar necessidades que muitas vezes o consumidor ainda não consegue nomear — mas que a biologia e a antropologia ajudam a explicar.
O Centro de Pesquisa da Mulher, lançado em março de 2025, simboliza essa virada. O polo financia estudos que acompanham a jornada feminina da puberdade à menopausa e à senescência. A proposta é desenvolver produtos mais eficazes e, ao mesmo tempo, ampliar a conexão com as mulheres ao abordar temas historicamente negligenciados pelo mercado.
Reduzir a lacuna nos investimentos em saúde da mulher pode injetar até US$ 1 trilhão por ano na economia global até 2040. O dado, divulgado em 2024 pelo McKinsey Health Institute, revela que as mulheres passam, em média, cerca de nove anos da vida em condições precárias de saúde — um impacto direto na qualidade de vida, no bem-estar e também na produtividade.
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