| Quinta-feira, 19/03/2026 | | | |  | | Miyabi | Keiny Andrade |
| RESTAURANTES | Japonês de todo tipo para diferentes pessoas e bolsos | |  | Gabrielli Menezes |
| | Na boca do povo, gostar ou não de comida japonesa se resume a gostar ou não de peixe cru. A não ser que você tenha sido uma criança tão abastada quanto a que avistei há pouco no Tuju, com a oportunidade de abocanhar referências da mais alta gastronomia de São Paulo no auge dos seus dez anos, você provavelmente já caiu nessa associação equivocada. Eu demorei a conhecer as receitas tradicionais. Como a maioria da população, primeiro fui apresentada às versões de sushi empanado, com Doritos, cream cheese ou banana com chocolate. Também demorei a entender a textura de um salmão sem cozimento. Precisei morder aquele pedaço de pescado que parece deslizar na língua feito sabonete nas mãos repetidas vezes até poder dizer: "gosto de comida japonesa." Nessa, pedi muito delivery de sushi a R$ 1 e cheguei a ir para o hospital com alergia a algum componente não identificado presente em peixes de origem duvidosa. Graças à minha profissão e ao tal do paladar que "nunca regride", me tornei uma chata de marca maior que, embora se permita um cream cheese ou outro, nunca abre a boca para pescados esquisitos sobre um arroz excessivamente apertado e adocicado. Mas o fato é que a conta bancária raramente acompanha a vontade de devorar comida japonesa. Por isso, e também pela curiosidade de conhecer a culinária além dos estereótipos comerciais, fui comendo o Japão pelas beiradas e aproveitando a diversidade que só uma cidade com a segunda maior comunidade nipônica do mundo pode oferecer. Dito isso, bora fazer um combinado? Só pode falar que não gosta "de japonês" se não gostar de nada disso aqui embaixo. Eu duvido! |
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|  | Juliana Primon | Bolinhos de arroz | Escondido dentro de uma loja de roupas, o Café Pace serve lanchinhos típicos japoneses. Um dos meus favoritos é o onigiri, um delicioso amontoado de arroz, que pode receber recheios como atum e maionese (R$ 25) ou coberturas como missô com queijo derretido (R$ 19). Vai lá: Alameda Itu, 1466, Jardins. @cafepace | |
|  | | Divulgação | Motchi e matchá | Falou em Japão, falou em arroz -- até nas sobremesas. O motchi (R$ 12) é um bolinho doce e puxa-puxa preparado com a versão glutinosa do grão. Na Motchimu, ele é enrolado diariamente e recebe complementos como chocolate branco com matchá (chá verde). Vai lá: Rua Melo Alves, 303, Jardins. @motchimu | |
| |  | Keiny Andrade | Bolo e saquê | Dois especialistas na cultura nipônica abriram esse complexo que reúne três negócios em um: a confeitaria Amay, com doces leves e sem glúten, a Adega Saquê, que importa a bebida em containers refrigerados direto do Japão, e o Miyabi, que oferece uma degustação emocionante, preparado por mulheres. Vai lá: Rua Marcos Azevedo, 86, Pinheiros. @miyabi.br @amay.doces | |
|  | | Divulgação | Friturinhas e bons sushis | No Koya88, o chef Thiago Maeda entrega um Japão particular, que inclui frango frito crocante e "taco" de alga recheado de atum. No andar de cima, rola uma degustação de sushi (R$ 380) bem informal, quase em clima de boteco. São 15 etapas, entre robalo, pargo e enguia. Para beber saquê à vontade, paga-se mais R$ 120. Vai lá: Rua Jesuíno Pascoal, 21, Vila Buarque. @koya88 | |
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| BELISQUETES | Quem cria os doces de restaurante | | Ser chef é diferente de ser chef de confeitaria. E é por isso que muitos cozinheiros que comandam restaurantes preferem deixar o menu de sobremesas a cargo de quem entende a matemática por trás de bolos fofinhos e pudins sedosos. Esses nomes costumam ficar ocultos, especialmente quando o serviço é prestado por consultoria. Iniciei uma investigação (exagerei, nem foi tão difícil assim) para descobrir o paradeiro desses profissionais que estão em tantos lugares e em nenhum ao mesmo tempo. |
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| | | Divulgação | | | Cala del Tanit, Los Dos Cantina, Elea, Fatz, Holy Tavern, Fôrno e Holy Burger. Preciso citar mais algum nome? "Eu gosto dessa ideia de estar espalhada pela cidade", diz Mari Mota, que decidiu se aventurar na área ao perceber que a faculdade de relações internacionais não fazia sentido como profissão. Entre o trabalho como chapeira de hamburgueria e como auxiliar de padaria em Florianópolis, apaixonou-se por confeitaria. "Mexia comigo de um jeito diferente. Comecei a estudar e testar, até que virei chef de confeitaria", conta. Foi a partir do sucesso de uma versão de cassata de morango — com suspiro, água da fruta e creme de pudim — criada para um restaurante que surgiu o primeiro trabalho de consultoria, a convite do asiático Imakay, em São Paulo. A vinda para a cidade abriu portas nas casas que citei no início e também no trabalho como produtora de conteúdo. Quer provar algo que está no hype e é feito de açúcar? Vá atrás da Mari que vai encontrar desde sobremesas de restaurantes até receitas virais nas redes sociais. |
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| A das receitas tradicionais | | Bateu vontade de um doce meio francês, meio japonês? É ao endereço em Pinheiros, mais precisamente ao número 1093 da Rua Joaquim Antunes, que o público recorre. Por lá estão bolos levíssimos e choux de massa fina com recheios como creme de chocolate. Mas pouca gente sabe que as criações de Vivi Wakuda são um sucesso para além da sua confeitaria própria. Daniel Hirata, do Hirá Ramen Izakaya, foi o primeiro a dedicar um trecho do seu cardápio às sobremesas da confeiteira. Hoje, há receitas no Jojo Ramen, no Ikedaya Izakaya e no chinês Ton Hoi cujo preparo foi desenvolvido inteiramente por Vivi, de acordo com a proposta e as necessidades de cada restaurante. E isso vai bem além do sabor: "É importante entender questões de armazenamento e finalização para não haver desperdício ou perda de qualidade", explica a profissional. |
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