Os
fundos FGTS Petrobras pegaram carona na alta do petróleo por conta da guerra no Irã e acumulam alta de mais de 50% no ano até dia 19 de março, bem acima dos 11,88% do Índice Bovespa no período. Só em março, até a última quinta-feira, a alta é de cerca de 20%, ante queda de 4,51% do Ibovespa, refletindo a valorização das ações ordinárias da estatal na bolsa, que por sua vez segue os preços da commodity, conforme levantamento do InfoMoney usando os dados da Economática.
Neste ano, o petróleo tipo Brent acumula alta de 66%, mesmo com a forte queda da segunda-feira, de quase 10%, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump afirmar que estaria suspendendo os ataques ao Irã e iniciando negociações.
O movimento de segunda-feira é um sinal do que o investidor pode esperar para o investimento na estatal nas próximas semanas: muita volatilidade. Mas, mesmo olhando em um prazo mais longo, de dois anos, esses fundos apresentam bom desempenho, com rendimentos acima de 80%. Em três anos, o ganho é de 200%.
No caso dos outros fundos FGTS, da Vale e da Axia/Eletrobras, o cenário é menos positivo. Os fundos da Vale perdem em média 13% em março, até dia 19, e sobem 5,5% no ano. Em dois anos, o retorno está acima dos 40%. Já os fundos da Axia, que foram destaque de ganhos no ano passado, perdem 5,6% em março em meio à turbulência do mercado, mas mantêm ganho de 14% no ano. Em dois anos, o retorno supera os 90%.
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