A vida selvagem está em declínio acelerado em todo o planeta. Apenas #JuntosÉPossível evitar que o pior aconteça nos próximos anos. Sua doação fortalece ações que combatem a crise de perda de biodiversidade e ajudam a construir um futuro mais justo, saudável e harmonioso para todos: pessoas e natureza. Doe! | |
| 3/3 – Dia Mundial da Vida Selvagem |
| | Divulga, imagine um mundo com menos sons na floresta, menos peixes nos rios e mares, menos aves cruzando o céu. Infelizmente, essa não é uma hipótese distante. É o cenário que já está em curso. Vivemos hoje uma dupla emergência global: a crise climática e a crise de perda de biodiversidade, desequilíbrios interdependentes e que se retroalimentam. Por isso, neste Dia Mundial da Vida Selvagem (3/3), precisamos prestar atenção especial na vida que está desaparecendo diante dos nossos olhos. |
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| Em 2024, o Relatório Planeta Vivo revelou um dado alarmante: houve um declínio médio de 73% nas populações de vertebrados monitoradas desde 1970. Isso significa menos mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes vivendo em seus habitats naturais. Já na região da Amazônia, entre 1994 e 2016, a população de botos cor-de-rosa diminuiu 65%, enquanto a população do tucuxi caiu 75% na reserva Mamirauá. Além de vulneráveis ao emaranhamento em redes de pesca e caçados como isca de peixe, pesquisas apontam que os golfinhos de rio também sofrem com a crise climática. Só em 2023, mais de 300 botos morreram em apenas dois lagos durante um período de calor e seca extremos. Se a vida selvagem está em perigo, toda natureza está em crise. A publicação da rede WWF é lançada a cada dois anos e em outubro de 2026 um novo relatório trará dados atualizados. O que esses números vão mostrar vai depender, em parte, das escolhas que fizermos agora. Por isso, agir é urgente. | |
| 🐾 Espécies migratórias no centro do debate global | Neste mês o Brasil vai receber, em Campo Grande (MS), a COP15 sobre Espécies Migratórias (CMS), encontro internacional decisivo para fortalecer compromissos de proteção a espécies que cruzam fronteiras e sustentam ecossistemas inteiros. A conferência será um momento estratégico para ampliar compromissos internacionais e reforçar a urgência de enfrentar a crise de perda de biodiversidade, uma vez que o problema não afeta apenas a natureza, mas também a segurança alimentar, a estabilidade climática, a disponibilidade de água e a economia global. "As espécies migratórias são um ativo invisível que sustenta a economia e o equilíbrio ambiental. Proteger essas espécies é proteger sistemas que mantêm a vida em movimento", analisa Marcelo Oliveira, diretor técnico de Biodiversidade do WWF-Brasil, em artigo publicado no site Um Só Planeta. Precisamos lembrar que sem uma biodiversidade equilibrada, não há vida. Doe, ajude a combater a crise de perda de biodiversidade e a construir um futuro mais justo, saudável e harmonioso, pois apenas #JuntosÉPossível. | |
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