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| 23 de março de 2026 |
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10 regras para as empresas navegarem o próximo capítulo das tarifas globais |
| Tarifas deixaram de ser ruído temporário e passaram a moldar decisões estratégicas globais. Empresas mais bem-sucedidas tratam esse cenário como permanente e redesenham cadeias de suprimentos para ganhar resiliência, diversificação e velocidade. Em vez de reagir taticamente, líderes investem em fornecedores, ampliam presença local e distribuem produção por vários países. O foco sai da tarifa isolada e vai para o custo total e a flexibilidade. Relações são preservadas, a concorrência entre fornecedores é estimulada e decisões priorizam crescimento e execução — não apenas margem de curto prazo. Leia Mais |
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O conselho que Steve Jobs deu ao CEO da Apple: "Nunca pergunte o que eu faria" |
| Antes de assumir a Apple, Tim Cook recebeu de Steve Jobs um conselho decisivo: não tentar imitá-lo, mas fazer o que considera certo. A orientação ajudou a evitar paralisia por comparação e reforçou a autonomia do novo CEO. Cook manteve pilares deixados por Jobs, como foco extremo e colaboração intensa, onde ideias são debatidas até se tornarem melhores. Ao mesmo tempo, imprimiu seu estilo, priorizando temas como privacidade e acessibilidade. O legado de Jobs também inclui lições a outros líderes: pensar grande, agir com coragem e buscar trabalhos que tragam propósito e excelência. Leia Mais |
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O fim da era George Clooney: por que a Nespresso agora escolheu Dua Lipa |
| A Nespresso inicia uma nova fase ao escolher Dua Lipa como embaixadora global, mirando a Geração Z com uma campanha mais jovem, digital e orientada por tendências. A aposta reforça o apelo aspiracional da marca, com foco em bebidas populares entre consumidores mais novos. A mudança contrasta com a longa era de George Clooney, que usou sua visibilidade para promover causas humanitárias e pressionar por sustentabilidade. Agora, a marca troca o viés ativista por uma estratégia centrada em lifestyle, sem apagar o legado singular deixado pelo ator. Leia Mais |
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Nobel diz que IA coleta dados que são 'lixo' e ameaça toda a informação do mundo |
| A expansão da IA ameaça degradar o ecossistema de informação ao se alimentar de conteúdos imprecisos, como comentários de pessoas aleatórias e sem compromisso ou conhecimento. Ao mesmo tempo em que coleta dados de jornalismo e pesquisa, enfraquece as fontes que produzem conhecimento de qualidade, criando um ciclo de "lixo entra, lixo sai". Vozerio online e desinformação passam a dominar, distorcendo percepções e decisões. Até mercados e modelos preditivos se tornam menos ancorados na realidade. A saída passa por usar a IA como ferramenta — não substituto do pensamento — e por alguma regulação. Leia Mais |
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IA redefine o valor do trabalho humano e exige aprendizado contínuo nas empresas |
| O avanço da inteligência artificial tem gerado mudanças no mercado de trabalho, não apenas nas tecnologias adotadas pelas empresas, mas também nas competências mais valorizadas pelos profissionais. Em meio à automação de tarefas, cresce a demanda por habilidades humanas e pela capacidade de aprendizado contínuo. O tema ganhou destaque recente no South by Southwest (SXSW). Especialistas apontaram que, diante da evolução acelerada da tecnologia, competências como comunicação, pensamento crítico e adaptabilidade tendem a ganhar mais relevância no ambiente profissional. Leia Mais |
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