| O governador do Rio de Janeiro marcou para as 16h30 de hoje uma cerimônia de encerramento do seu governo, no Palácio Guanabara. A decisão de renunciar ao cargo um dia antes de ser retomado no Tribunal Superior Eleitoral o julgamento que pode cassar o seu mandato já vinha sendo debatida desde o início da semana. A reportagem do UOL apurou que Castro pretende que a ação no TSE perca o objeto, já que ele não será mais o governador quando o julgamento for retomado. Assim, pretende ser o candidato bolsonarista do Rio ao Senado ainda nas eleições deste ano. O governador responde por abuso de poder político, econômico e conduta proibida a agentes públicos na campanha de 2024. Ele e o vice eleito, Thiago Pampolha, que atualmente é conselheiro no Tribunal de Contas do Estado, foram acusados pelo Ministério Público Eleitoral de irregularidades na contratação de pessoas pela Fundação Ceperj. O placar da votação no TSE está 2 a 0 pela cassação e para torná-lo inelegível. O tribunal retoma o julgamento amanhã, após o ministro Kassio Nunes Marques ter pedido vista há duas semanas. Saiba mais. Investigação sobre vazamento de dados de ministros ganha sigilo máximo. O processo que investiga o vazamento ilegal de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal e outras autoridades públicas recebeu o nível de sigilo máximo na corte. De acordo com o STF, o nível 4, de uma escala que começa em 0, se deve à existência "de informações sensíveis da Receita Federal e Coaf". A classificação impede até a indicação oficial do relator do caso no sistema do tribunal. Essa investigação teve início após uma determinação do ministro Alexandre de Moraes para que a Receita rastreasse em seus sistemas eventual quebra de sigilo de dados fiscais de cerca de cem pessoas, incluindo ministros do STF e familiares. O Fisco identificou acessos irregulares, o que motivou as operações contra suspeitos. Entenda. Pré-candidato ao Planalto, Zema renuncia ao Governo de MG. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, renunciou ontem ao cargo para poder se candidatar à Presidência da República pelo Partido Novo nas eleições de outubro. O governador passou o cargo para o seu vice, Mateus Simões, que vai concorrer à sucessão estadual. Em seu discurso, Zema fez um balanço dos sete anos e três meses à frente do governo mineiro, reiterou um discurso anticorrupção e disse que Minas é um exemplo para o Brasil: "Nós não somos um país fracassado, somos um país roubado". Ele também atacou o governo Lula ao defender um país onde "o empreendedor não é tratado como inimigo e onde o trabalhador pode andar na rua sem medo de ser assaltado". Apesar de se colocar como pré-candidato ao Planalto, Zema ainda não decolou nas pesquisas. No último levantamento do Instituto Datafolha ele apareceu com 4%, contra 38% de Lula, 32% de Flávio Bolsonaro e 7% de Ratinho Junior. Começa hoje prazo para entrega do Imposto de Renda. A Receita Federal abre hoje às 8h o prazo para envio das declarações do Imposto de Renda de 2026. A expectativa do governo é receber 44 milhões de documentos até o dia 29 de maio, quando termina o prazo. Hoje também será liberado o acesso à declaração pré-preenchida e para acessá-la é preciso ter conta Gov.br ouro ou prata. A declaração poderá ser feita pelo programa IRPF 2026 que está disponível para ser baixado do site oficial da Receita Federal ou pelo Meu Imposto de Renda, onde é possível fazer a declaração digital online, sem precisar instalar programa. O acesso é feito pelo site da Receita no e-CAC (Centro de Atendimento Virtual), pelo portal de serviços digitais do governo ou pelo aplicativo da Receita Federal no celular. Veja as principais regras. SP tem 70 casos por dia de violência doméstica associada ao álcool. Levantamento feito pelo Instituto Sou da Paz e pela ACT Promoção da Saúde com base em registros da Polícia Civil identificou que nos anos de 2023 e 2024 houve um total de 50.805 ocorrências de violência doméstica envolvendo consumo de álcool no estado de São Paulo. Foram 2.100 casos por mês, uma média de 70 por dia. A análise reforça um tema bem documentado na saúde pública: o uso de álcool não só aumenta as chances de agressões, mas está ligado à maior gravidade desses casos. A proposta do estudo é contribuir com evidências para o debate nacional sobre maior tributação de bebidas alcoólicas e para a necessidade de políticas públicas integradas de redução do uso nocivo do álcool e de proteção das mulheres em situação de violência. Veja os dados da pesquisa. |
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