Veja hotéis que vão inaugurar no Brasil em 2026! 🤩

Um novo ano sempre traz oportunidades para fazer o que mais amo: viajar! Se você é desse time, aproveita que a Newsletter de hoje traz uma lista de hotéis que devem inaugurar no Brasil em 2026, além de uma sugestão de destino pouco conhecido na África. Já para quem curte viajar pelo paladar, tem recomendação de um restaurante grego imperdível em SP e uma série de curiosidades sobre os nomes de pratos que fazem sucesso por aqui, como brigadeiro, filé Oswaldo Aranha e cachorro-quente. Bora nessa?
Conheça hotéis que devem inaugurar no Brasil em 2026, do Nordeste ao Sul

O Brasil vive um momento frutífero no turismo, tanto no cenário doméstico quanto na chegada de visitantes internacionais. Em 2025, vivemos o melhor momento no turismo internacional, quando o país fechou o ano com o desembarque de 9,2 milhões de viajantes estrangeiros, segundo a Embratur. Nesta esteira, a hotelaria também anda aquecida.

Em 2026, novos hotéis estão previstos para abrir as portas e nos providenciar aquele merecido descanso. Também entram na conta experiências gastronômicas e serviços diferenciados. De Norte a Sul, passando pelas praias inigualáveis do Nordeste, já podemos nos preparar para lançamentos de resorts familiares e hotéis boutique ao redor do Brasil.

A seguir, separei algumas das novidades hoteleiras que poderão estrear em 2026 e, mais abaixo, outras propriedades que prometem sacudir o setor pelos próximos anos. De malas prontas?

A paradisíaca Rota Ecológica dos Milagres foi o cenário escolhido para a terceira unidade dos hotéis Nannai, marca que já tem presença em Muro Alto em Fernando de Noronha, em Pernambuco. Agora, é a vez do estado de Alagoas entrar no mapa com uma unidade a poucos metros da Praia do Marceneiro, vizinha da almejada São Miguel dos Milagres.

À beira da Praia de Lages, na cidade de Porto de Pedras, com mar azul turquesa que também faz parte da Rota Ecológica dos Milagres, o Marghot Hotel Spa tem previsão de abertura para maio. Serão 20 bangalôs com piscina privativa e bem-estar no foco da novidade.

Para quem busca hospitalidade familiar, o grupo Tauá abrirá em julho o seu primeiro resort no Nordeste, em João Pessoa. Com um investimento na ordem de R$ 600 milhões, a propriedade terá números igualmente grandes: serão 1.120 quartos e mais de 300 mil metros quadrados, assim como haverá um parque aquático indoor e climatizado, com direito a piscina de ondas e simulador de surfe. As acomodações partirão de 55 metros quadrados, todas com varanda e banheiras.

Para conferir a lista com todas as principais novidades da hotelaria brasileira em 2026, basta clicar aqui e ler a coluna completa!



Já parou para pensar que alguns pratos famosos carregam verdadeiras histórias no nome — e não só no sabor?

O filé Oswaldo Aranha, por exemplo, não foi criado por um chef, mas pelo gosto pessoal de um diplomata brasileiro. Frequentador assíduo de um restaurante na Lapa, no Rio de Janeiro, Oswaldo Aranha costumava pedir sempre o mesmo prato: filé alto, muito alho frito, arroz, farofa e batatas portuguesas. O pedido fez tanto sucesso que acabou entrando no cardápio com o nome do cliente — e se espalhou por bares e botecos do país.

Já o cachorro-quente nasceu da imigração alemã nos Estados Unidos, no século 19, com a popularização da salsicha do tipo frankfurter. Histórias apontam que açougueiros começaram a chamar o produto de "dachshund sausage", em referência à raça de cachorro de corpo alongado. Com o tempo, a salsicha passou a ser servida quente, dentro do pão, e o termo "hot dog" se consolidou no vocabulário.

O panetone, por sua vez, nasce de um improviso que deu muito certo. Segundo a lenda mais popular, um jovem ajudante chamado Toni salvou um jantar importante em Milão ao criar um pão doce com frutas e açúcar depois que a sobremesa oficial queimou. O sucesso foi tão grande que o doce foi chamado de pan di Toni — em português, "pão do Toni".

E o brigadeiro? Antes de ser uma das sobremesas favoritas dos brasileiros, era apenas uma patente militar. O doce ganhou esse nome durante a campanha presidencial de Eduardo Gomes, nos anos 1940, quando apoiadores vendiam a receita para arrecadar fundos. O candidato perdeu a eleição, mas o doce agradou muita gente e ficou conhecido como "doce do brigadeiro".

Para conhecer a origem de outros clássicos, vale conferir a matéria completa no site do CNN Viagem & Gastronomia. É só clicar aqui!


Você já ouviu falar em Arusha, na Tanzânia? Muitos consideram a cidade apenas como um ponto de passagem rumo aos safáris mais famosos da África, mas ela tem camadas que merecem ser desbravadas com calma!

A proximidade do destino com o Parque Nacional do Serengeti e com o acampamento do Monte Kilimanjaro explica a fama entre os turistas, mas basta ficar um pouco mais para descobrir atrações locais que valem a pena. Um exemplo é o Centro de Patrimônio Cultural de Arusha, uma galeria vibrante que reúne arte africana e celebra a história da Tanzânia em diferentes linguagens e períodos.

A partir de 2026, Arusha ganha ainda mais relevância com a abertura do Dr Jane's Dream: The Goodall Centre for Hope, espaço dedicado ao legado da primatóloga Jane Goodall. Com exposições interativas e educativas, o centro promete inspirar visitantes a refletirem sobre conservação, vida selvagem e o futuro do planeta, ampliando o papel da cidade como polo cultural e ambiental.

Para quem prefere natureza mais próxima, o Parque Nacional de Arusha surpreende com lagos alcalinos habitados por flamingos, girafas caminhando livremente pela vegetação e trilhas com vistas para o Monte Meru. Um safári mais íntimo, menos concorrido e igualmente memorável.

Arusha cresce aos poucos no imaginário do viajante: uma cidade que convida a olhar a África com mais profundidade. E aí? Você toparia ficar alguns dias por lá descobrir tudo que o destino tem a oferecer?


MYK, comida grega das boas e com a cara do verão nos Jardins, em São Paulo

Em São Paulo, há um restaurante que desde 2013 faz sucesso e é para lá que corro quando a saudade da Grécia aperta. O MYK, nos Jardins, é comandado pela chef Mariana Fonseca, que construiu uma trajetória marcada por uma relação profunda e genuína com o país. Mari morou na Grécia, visitou mais de 100 ilhas, mantém casa por lá e volta com frequência para atualizar receitas, referências e sabores. Não é reprodução, é vivência.

O restaurante ocupa uma esquina charmosa dos Jardins e o ambiente ajuda na viagem. Tudo é branquinho, com flores, cadeiras de palha e uma leveza que remete a Santorini, sem exageros. As mesinhas de madeira na calçada completam o clima e fazem do endereço um convite para refeições entre amigos, especialmente nos dias mais quentes.

No cardápio, a salada grega (R$ 56) aparece como manda o figurino do Mediterrâneo, com tomate durinho, pepino, cebola roxa, pimentões, azeitonas kalamatas, queijo feta e orégano. Para começar, vale pedir a lula empanada (R$ 48) ou o mezze com pão pita, favas, tzatziki, melitzanosalat, quase um creme de berinjela, e azeitonas.

Entre os pratos principais, é difícil fugir da clássica moussaka da casa (R$ 68). Mas há boas alternativas, como o orzo com camarões e tomate (R$ 74), a paleta de cordeiro com batatas e alho (R$ 320), a lula recheada com queijo feta e espinafre (R$ 106) ou opções mais leves, como o peixe branco do dia grelhado (R$ 70).

Além do cardápio tradicional, o MYK oferece um menu especial servido no almoço, de segunda a sexta, exceto às quintas, por R$ 96, com entrada e prato principal. São oito opções exclusivas, quatro entradas e quatro pratos principais, todas com informação calórica e foco em ingredientes naturais e sazonais. A proposta é que essas combinações mudem ao longo do ano, acompanhando a estação e mantendo uma cozinha leve, saborosa e possível.

Se a Grécia não está logo ali, esse pedaço dos Jardins cumpre muito bem o papel de matar a saudade.

Myk: Rua Peixoto Gomide, 1972 – Jardins

Ao chegar ao norte da Noruega, tive a sensação de estar diante de uma natureza em estado bruto. Em Sortland, Flåm e Bergen, cada paisagem parecia um convite à contemplação: fiordes profundos, montanhas recortadas e águas que refletem tons impressionantes de azul e verde. Percorrer essas cidades é entender como a relação entre o homem e o ambiente moldou a cultura local, da tradição viking às pequenas comunidades que vivem em harmonia com o entorno.

Essa etapa da viagem revelou a importância da cultura e da gastronomia para os noruegueses. E foram muitos passeios imperdíveis: a visita à produção do salmão norueguês; a imersão em uma vila viking; e a descoberta de uma cachoeira com mais de 100 metros de altura — conhecida como a "fonte da juventude".


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