A avaliação é de que a diversificação internacional deixou de ser apenas uma aposta no câmbio e passou a cumprir um papel estrutural na redução de riscos concentrados no Brasil.
"O investidor brasileiro já possui sua renda, carreira, negócios e patrimônio imobiliário fortemente ligados ao desempenho da economia local", explica Rodrigo Aloi, head de pesquisa e estratégia da HMC Capital. "Permanecer excessivamente concentrado pode gerar perdas significativas em cenários adversos, muitas vezes difíceis de recuperar", defende.
Ao longo de 2025, o dólar apresentou uma tendência de enfraquecimento no cenário internacional, especialmente frente a moedas de mercados emergentes. Segundo Luis Garcia, CIO da SulAmérica Investimentos, esse movimento global acabou prevalecendo, mesmo diante de incertezas internas. "No mercado internacional, houve uma tendência muito clara de desvalorização do dólar", afirmou.
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