- Ibovespa: +0,83% (161.869,76 pts.)
- S&P 500: +0,64% (6.902,05 pts.)
- Nasdaq: +0,69% (23.395,82 pts.)
- Dow Jones: +1,23% (48.977,18 pts. - novo recorde)
- Dólar: -0,35% (R$ 5,4051)
- Euro: -1,37% (R$ 6,3430)
- Petróleo Brent (março): +1,66% (US$ 61,76)
- Bitcoin: +3,50% (US$ 94.336,32)
- Ouro (fevereiro): +2,82% (US$ 4.451,50)
Contexto: O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira (5), impulsionado pelos ganhos das ações do setor financeiro e em linha com o clima de maior apetite ao risco no exterior, ao mesmo tempo em que investidores monitoram os desdobramentos do ataque dos Estados Unidos que capturou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Já o dólar encerrou o dia em queda após atingir o valor máximo da sessão pela manhã, na esteira do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no fim de semana. A moeda norte-americana perdeu força ante o real e fechou no negativo, refletindo maior acomodação das cotações apesar do cenário geopolítico conturbado no exterior. Em Wall Street, os índices de Nova York operaram em alta, impulsionado pelas empresas petrolíferas e de energia, com otimismo pela exploração do petróleo venezuelano após os ataques em Caracas. Fabricantes de armas também registraram ganhos Os preços do petróleo subiram US$ 1 por barril nesta segunda-feira, com operadores avaliando possível impacto sobre os fluxos da commodity da Venezuela, que abriga as maiores reservas de petróleo do mundo, após a captura de Nicolás Maduro. O ouro e a prata também fecharam em alta, avaliando o risco geopolítico após o ataque dos EUA. | | | Venezuela: Brasil poderá ser o backup do petróleo para a China? A ideia de o Brasil assumir o papel da Venezuela como fornecedor de petróleo para a China ganha força sempre que o cenário geopolítico aperta Caracas. Mas, ao se observar o mercado com lupa técnica e comercial, a resposta é menos ambiciosa do que o discurso sugere: o Brasil pode ajudar, mas não substituir a Venezuela. O primeiro limite é geológico e industrial. A Venezuela exporta majoritariamente óleos pesados e extrapesados, como o Merey, desenhados sob medida para um conjunto específico de refinarias chinesas altamente complexas. Já a produção brasileira, liderada pela Petrobras e por produtores independentes, é concentrada em óleos médios e leves do pré-sal. São barris de alta qualidade, disputados no mercado internacional, mas que não funcionam como substitutos diretos do petróleo venezuelano em refinarias configuradas para cargas pesadas. O papel do Brasil tende a ser complementar. A Petrobras pode fornecer cargas spot, atender refinarias chinesas mais flexíveis e participar de blends que ajudem a compensar choques pontuais de oferta venezuelana. Isso reduz riscos no curto prazo, mas não altera a arquitetura do suprimento chinês. Em síntese, o Brasil não substitui a Venezuela como fornecedor estrutural de petróleo para a China. O que pode fazer — e já faz — é integrar o portfólio chinês como fornecedor confiável de óleos médios e leves, ajudando Pequim a diluir riscos geopolíticos sem trocar uma dependência por outra. | | | Análise: TCU quer inspeção mais profunda e não descarta medida cautelar Thais Herédia, âncora do Hora H e analista do CNN Money, comentou sobre a inspeção do Banco Central pelo TCU e destacou a escalada das medidas do Tribunal contra a autoridade monetária, levantando suspeitas sobre o BC de forma inédita. 🔗 Confira a análise completa aqui | | |   Terça-feira (6/01) Brasil 5h - Fipe divulga o IPC (dezembro) 8h - Mdic divulga a Balança Comercial (dezembro) 10h - S&P Global divulga o PMI de Serviços (dezembro) EUA 11h45 - S&P Global divulga o PMI de Serviços (dezembro) | | | | | |
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