- Ibovespa: +1,56% (161.092,25 pts. - novo recorde)
- S&P 500: +0,25% (6.829,37 pts.)
- Nasdaq: +0,59% (23.413,67 pts.)
- Dow Jones: +0,39% (47.474,46 pts.)
- Dólar: -0,57% (R$ 5,3303)
- Euro: -0,37% (R$ 6,1958)
- Petróleo Brent (fevereiro): -1,14% (US$ 62,45)
- Bitcoin: +8,24% (US$ 91.720,03)
- Ouro (fevereiro): -1,26% (US$ 4.220,80)
Contexto: O Ibovespa fechou acima dos 161 mil pontos pela primeira vez nesta terça-feira (2), renovando máxima histórica após sessão de otimismo com o exterior, com o mercado na expectativa por um novo corte de juros nos EUA na próxima semana. Com perspectivas eleitorais domésticas e de olho no movimento externo, o dólar à vista fechou em queda ante o real, a R$ 5,33, registrando perdas também contra a maioria das principais divisas globais. Os índices de ações nos EUA também subiram com otimismo por corte do Fed e impulsionados por ganhos nos papéis de tecnologia, registrando sexta alta nas últimas sete sessões. Após forte queda na véspera, o bitcoin disparava nesta sessão e retomava o patamar acima dos US$ 90 mil, enquanto o petróleo fechou em queda com reunião entre o líder russo, Vladimir Putin e representantes norte-americanos, sinalizando possível alívio nas tensões Rússia-Ucrânia. | | | Tesouro exige juro menor para dar aval a empréstimo bilionário dos Correios O Tesouro Nacional se recusou a dar aval para o empréstimo de R$ 20 bilhões dos Correios com a taxa de juros de 136% do CDI que foi negociada com um consórcio de cinco bancos. Em reunião nesta terça-feira (2), no Ministério da Fazenda, o Tesouro informou à estatal que só aceita oferecer garantia mediante uma redução dos juros e um "teto" de 120% do CDI para a operação. Segundo fontes ouvidas pela CNN Brasil, essa taxa estaria mais adequada à garantia dada pela União, que praticamente elimina o risco de calote às instituições financeiras. Diante da negativa, os Correios voltaram imediatamente aos bancos e exigiram uma nova proposta, com juros menores. Banco do Brasil, Citibank, BTG Pactual, Safra e ABC Brasil haviam fechado o empréstimo para a companhia postal. | | | Análise: Se os Correios não derem lucro, quem vai pagar somos nós Rita Mundim, comentarista de Economia do CNN Money, avaliou os riscos do plano de reestruturação dos Correios sem a revisão da meta fiscal das estatais e as consequências de um possível novo déficit, que pode acarretar em custos ao povo em ano eleitoral. 🔗 Confira a análise completa aqui | | |   Quarta-feira (3/12) Brasil 10h - S&P Global divulga o PMI Composto (novembro) EUA 10h15 - ADP divulga a Variação de Empregos Privados (novembro) 11h15 - Fed divulga a Produção Industrial (setembro) 11h45 - S&P Global divulga o PMI Composto (novembro) Europa 5h30 - Discurso de Christine Lagarde, presidente do BCE 6h - S&P Global divulga o PMI Composto (novembro) 7h - Eurostat divulga o IPP (outubro) | | | | | |
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