| A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criou uma polêmica no fim de semana que deixou evidente o racha na família. Durante discurso no Ceará durante o lançamento da pré-candidatura do senador Eduardo Girão ao governo do estado, ela criticou a aliança do PL com Ciro Gomes. "Isso não dá", disse ela durante o discurso. O apoio, no entanto, foi costurado pelo próprio Jair Bolsonaro antes de ser preso, e a fala de Michelle provocou ontem a reação dos seus filhos Flávio, Carlos e Eduardo. Flávio disse ao portal Metrópoles que Michelle "atropelou" a orientação do pai e classificou a postura como "autoritária". Eduardo concordou com o irmão na sequência, em publicação nas redes sociais, e lembrou que o acordo com Ciro Gomes havia sido conduzido pelo pai. Carlos Bolsonaro também se manifestou nas redes sociais e criticou Michelle. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, convocou uma reunião para a tarde de hoje para discutir a fala polêmica da ex-primeira-dama. Segundo a colunista do UOL Letícia Casado, um parlamentar bolsonarista disse que Michelle "se precipitou" por ser inexperiente na política e querer "ser purista e fechar parceria por ideologia". Maduro ignora ultimato dado por Trump e segue na Venezuela. Em uma ligação mantida entre os presidentes dos Estados Unidos e da Venezuela há duas semanas, Donald Trump teria dado o prazo de uma semana para Nicolás Maduro deixar a Venezuela com a família. O período terminava ontem, o venezuelano não obedeceu e disse que só deixaria o país se ele e a família tivessem anistia total. O pedido incluía a remoção de todas as sanções dos EUA e o fim de um caso que ele enfrenta no Tribunal Penal Internacional. Trump rejeitou a maioria das solicitações, e Maduro prometeu ontem "lealdade absoluta" ao povo venezuelano. Diante da recusa do venezuelano em deixar seu país, Trump reuniu seu Conselho de Segurança Nacional para discutir o caso e não descarta movimentar tropas em terra na Venezuela. Lobby de Eduardo Bolsonaro nos EUA 'fracassou espetacularmente', diz jornal. O jornal inglês Financial Times afirmou que o "movimento bolsonarista está em crise" no Brasil e que o movimento do deputado federal Eduardo Bolsonaro nos EUA para tentar livrar o pai da prisão "fracassou espetacularmente". A publicação diz que o lobby de Eduardo junto ao governo de Donald Trump resultou em "tarifas comerciais que irritaram a classe empresarial brasileira" e expuseram o deputado. O artigo relata que Eduardo permanece nos Estados Unidos, vivendo o que chamou de "exílio autoimposto", com receio de voltar ao Brasil e enfrentar denúncias, e afirma que Jair Bolsonaro sofre com a prisão e "erros cometidos pelos filhos". O texto também cita o senador Flávio Bolsonaro como responsável por desgastes recentes, ao liderar uma vigília em apoio ao pai e diz que o ex-presidente "apresentava uma figura abatida e solitária" ao ser preso. Leia mais. Moraes ordena perícia da PF para comprovar Alzheimer do general Heleno. O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou ontem que a Polícia Federal realize, em até 15 dias, uma perícia para comprovar se o general Augusto Heleno tem Alzheimer. Moraes entendeu que informações contraditórias apresentadas por Heleno e sua defesa precisam ser checadas por especialistas da corporação. Em audiência de custódia após ser preso, Heleno relatou "perda de memória recente importante" e se apresentou como "portador de demência de Alzheimer em evolução desde 2018". Em manifestação ao STF, a defesa dele afirmou, no entanto, que o diagnóstico da doença é de 2025, e que ele só fez exames específicos a partir de 2024. Heleno foi condenado a 21 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes. Contran acaba com obrigação de aula em autoescola. O Conselho Nacional de Trânsito aprovou ontem uma resolução que acaba com a obrigatoriedade das aulas em autoescola para a prova de carteira de motorista. A decisão foi tomada por unanimidade e a resolução passará a valer com a publicação no Diário Oficial da União. Para obter a Carteira Nacional de Habilitação, continuará sendo exigida a aprovação nas provas teórica e prática. Haverá um curso preparatório teórico, gratuito e digital e quem preferir realizar o processo em autoescolas ainda poderá fazer, mas não é mais obrigatório. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, a medida faz parte de um plano para reduzir o custo para a emissão do documento, que hoje estaria entre R$ 3.000 e R$ 4.000, a depender do estado da realização do exame. Em uma publicação nas redes sociais, Renan afirmou que a nova normativa "moderniza o processo de obtenção da CNH". Entenda as mudanças. |
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