Patrocínio: Mynt BTG Pactual Novembro foi um mês duro para o mercado cripto: o bitcoin (BTC) teve o pior resultado mensal desde junho de 2022, o ethereum (ETH) recuou, e as principais altcoins também caíram. Com esse cenário mais avesso a risco, a dúvida que surge entre os investidores é direta: o que vale manter na carteira em dezembro? Para mapear as apostas do setor, o UOL consultou oito casas especializadas: as consultorias em investimentos Empiricus Research e Boost Research, as plataformas de negociação de criptoativos Bitso, MEXC e Novadax, a corretora Bitybank e a plataforma de investimentos em criptoativos Mercado Bitcoin. Spoiler: apesar da queda recente, bitcoin e ethereum seguem sendo os favoritos. Mas há novidades: algumas criptos que não figuraram na lista de novembro aparecem entre as mais recomendadas para este mês. Bitcoin (BTC) - 8 votosO bitcoin continua sendo a âncora do mercado, independentemente da direção dos preços. Em um possível início de bear market (cenário de queda), o BTC tende a superar altcoins em performance relativa, protegendo melhor os investidores. Se houver uma nova tendência de alta, disse, o BTC também deve liderar essa retomada, atraindo fluxo institucional. André Franco, presidente da Boost Research Ethereum (ETH) - 8 votos O ethereum, segunda maior cripto do mercado, mantém fundamentos sólidos, de acordo com Julián Colombo, diretor sênior de políticas públicas e estratégia para a América do Sul na Bitso. Motivos? É a principal plataforma de smart contracts (contratos inteligentes) e deve continuar captando demanda de staking (um método de renda passiva) institucional. Solana (SOL) - 6 votos Após cair quase 30% em seu pior momento em novembro, a solana registrou uma das recuperações mais fortes. Esse comportamento mostra que a moeda continua atraindo interesse mesmo em momentos de tensão. Além disso, o ecossistema da cripto segue ativo, com bastante uso em aplicações e volume consistente na rede, o que ajuda a sustentar movimentos de reversão. Sarah Uska, analista de criptoativos do Bitybank Chainlink (LINK) - 3 votos A Chainlink não havia sido sugerida em novembro, mas o projeto voltou aos holofotes agora porque se beneficia diretamente da expansão da tokenização (transformação de ativos em tokens), fornecendo a infraestrutura usada por bancos, corretoras e instituições que trabalham com dados na blockchain. Por esse motivo, a LINK segue figurando entre as moedas que podem chamar atenção no final deste ano. Guilherme Fais, diretor de finanças da Novadax Hyperliquid (HYPE) - 2 votosUm dos marcos relevantes do token recentemente foi o lançamento, em sua plataforma, da stablecoin (cripto pareada a outros ativos) USDH, lastreada em caixa e títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Desenvolvida para operar como meio de troca, unidade de conta e colateral nativo, a USDH minimiza a dependência de stablecoins externas e otimiza o controle sobre a liquidez interna da rede. Valter Rebelo, diretor de criptoativos da Empiricus Research Aave (AAVE) - 2 votosAssim como a Link, a AAVE também é novidade para o mês. O projeto é visto como promissor porque ocupa posição central no ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi), oferecendo segurança, liquidez e um histórico consistente de desenvolvimento, de acordo com os especialistas. Além disso, a cripto avança com produtos institucionais, o que amplia sua base de uso. Rony Szuster, diretor de pesquisa do Mercado Bitcoin |
Post a Comment