| O Bitcoin voltou a operar sob forte pressão e rompeu novamente a faixa dos US$ 90 mil, atingindo mínima de US$ 84.734 em meio ao aumento global da aversão ao risco. O movimento aprofunda a forte queda de novembro — a maior desde 2021 — marcada por saída recorde de capital e pela crescente correlação com o mercado acionário, o que tem levado investidores a reagirem de forma mais cautelosa em um ambiente de baixa volatilidade.
Além do cenário macro desfavorável, fatores específicos do mercado cripto ampliam a pressão sobre o ativo. O rebaixamento da Tether pela S&P Global, a possível exclusão de empresas com grande exposição a ativos digitais dos índices MSCI e as incertezas em torno de estratégias de grandes detentoras corporativas reforçam o pessimismo. Os contratos futuros da CME mostram menor apetite por alta sustentada, enquanto altcoins como o ether também recuam em bloco. Desde o pico histórico, o mercado cripto já perdeu mais de US$ 1 trilhão em valor.
Do ponto de vista técnico, o Bitcoin enfrenta uma deterioração significativa após renovar a máxima histórica em US$ 126.199. |
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