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| 1 de dezembro de 2025 |
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Como os países podem reagir às importações chinesas sem afetar o comércio global |
| A ascensão das exportações chinesas desafia governos a responder sem recorrer a barreiras amplas. Em questões de segurança nacional, é preciso proteger tecnologias sensíveis com políticas específicas. Para preservar a inovação, países devem focar setores estratégicos e adotar políticas industriais modernas, não apenas tarifas. Já a preocupação com empregos exige outra rota: fortalecimento de serviços e desenvolvimento regional. O desafio é agir com precisão, não com protecionismo generalizado. Leia Mais |
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Hábitos de consumo da China avançam pelo mundo - e o Labubu é só o começo |
| A febre do boneco Labubu impulsionou a Pop Mart e revelou o "novo consumo" da geração Z chinesa: compras guiadas por emoção, identidade e prazer imediato. Com lojas globais e crescimento explosivo, a marca transforma personagens em fenômenos culturais por meio de escassez e marketing digital. A tendência inclui produtos como cosméticos, jogos, moda e bebidas chinesas, marcando a ascensão cultural da China no cenário global. Leia Mais |
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Como um fabricante alemão de brinquedos conseguiu lucrar apesar das tarifas dos EUA |
| A Tonies teve sorte e timing perfeito: um dia antes do anúncio das tarifas dos EUA, inaugurou uma fábrica no Vietnã e conseguiu transferir imediatamente a produção que seria feita na China, evitando taxas de até 45%. Enquanto concorrentes aumentam preços ou reduzem custos, a empresa ampliou vendas com a nova versão do Toniebox (caixa de áudio que conta histórias) e suas miniaturas interativas, acompanhando a preferência de pais por alternativas às telas. Mesmo com ajustes de preço, a demanda segue forte. Leia Mais |
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Dona do ChatGPT não lucrará até 2030 e ainda precisa de US$ 207 bilhões, diz HSBC |
| A OpenAI cresce rapidamente, mas ainda não tem lucro e pode precisar de mais US$ 207 bilhões para sustentar a expansão até 2030. Mesmo com milhões de usuários e contratos gigantes com Microsoft e Amazon, os custos com data centers e computação explodem mais rápido que as receitas. O mercado começa a questionar se a promessa de produtividade e retorno da IA chegará a tempo — ou se o modelo exigirá capital quase infinito para continuar de pé. Leia Mais |
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Uso de IA já impacta a publicidade; o que contam as pesquisas? |
| A clássica propaganda de Natal da Coca-Cola deste ano se tornou polêmica. A empresa anunciou ter usado intensivamente inteligência artificial para produzir a sua icônica peça publicitária. Pelo segundo ano seguido, o clássico comercial anual "O Natal Vem Vindo" foi feito com uso de IA. Desta vez, uma animação dos veículos despertando casas e animais enquanto passam foi o alvo de críticas em redes sociais. Muitas delas trataram a peça como "artificial" e apontaram para a falta de coerência no design dos caminhões. Leia Mais |
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