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| 21 de novembro de 2025 |
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Com os atuais dados da economia, quais serão os próximos passos do Copom? |
| ANÁLISE DE: Luiz Fernando Figueiredo |
| A ata mais recente do Copom traz um tom mais confiante sobre a convergência da inflação, mantendo prudência, mas indicando maior convicção na eficácia do nível atual dos juros. A inflação surpreende para baixo, núcleos recuam e expectativas melhoram. A atividade econômica mostra movimento gradual e o crédito desacelera. A postura da direção do BC ao longo do ano fortaleceu a credibilidade da instituição e prepara o terreno para uma transição cuidadosa na política monetária. Leia Mais |
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Bilionário de tecnologia diz que MBA não vale a pena, e empreender ensina muito mais |
| Joe Liemandt, bilionário do setor de tecnologia, defende que um MBA não substitui a experiência prática de criar um negócio. Para ele, empreendedores acreditam que podem mudar o mundo, enquanto estudantes em MBAs tendem a desistir de ideias diante de dificuldades. Embora programas como Harvard propiciem altos salários e prestígio, Liemandt destaca que aprender fazendo — errando, ajustando e insistindo — gera conhecimento mais profundo. Leia Mais |
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Pressão econômica leva União Europeia a rever regras rígidas sobre big techs |
| Após anos liderando a regulação global contra big techs, a União Europeia sinaliza uma guinada: regras de IA e privacidade devem ser simplificadas. O bloco teme que o excesso de normas esteja travando inovação e deixando empresas atrás de EUA e China. Propostas incluem flexibilizar o uso de dados e adiar exigências da Lei de IA. A mudança divide políticos e especialistas entre estímulo à competitividade e risco de enfraquecer proteções digitais. Leia Mais |
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Gemini 3 e Antigravity: Por que novos lançamentos de IA do Google são um marco |
| O Google lançou o Gemini 3 como seu modelo de IA mais avançado, com integração imediata à busca e uma nova plataforma de desenvolvimento chamada Antigravity, que transforma a IA em parceira ativa na criação e nos testes de softwares. O modelo supera rivais com raciocínio avançado, autonomia e compreensão de contexto. Leia Mais |
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Japão avalia jornada de 4 dias, mas primeira-ministra faz reunião de madrugada |
| O Japão vive um choque de visões sobre o futuro do trabalho. Enquanto o país avalia adotar a semana de quatro dias para reduzir o esgotamento profissional, a nova primeira-ministra, Sanae Takaichi, dá o exemplo oposto: reuniões às 3h da manhã, jornadas exaustivas e apenas duas a quatro horas de sono por noite. Mesmo assim, ela declara apoiar políticas que permitam equilibrar carreira, família e lazer. Leia Mais |
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