O FGC foi criado para dar segurança ao sistema financeiro brasileiro, diz Fabio Ongaro, economista e CEO da Energy Group. "Naquela época, a instabilidade era grande e havia o risco de que a quebra de um banco levasse à perda total para pequenos depositantes. O FGC nasceu para evitar esse tipo de situação, garantindo valores básicos de contas correntes, poupança e CDBs até um limite definido por CPF e instituição, que hoje é de R$ 250 mil".
Desde então, o fundo se tornou protagonista em momentos críticos, sendo acionado para preservar a confiança do público e evitar efeitos em cadeia. Ao longo dos últimos 30 anos, ele esteve envolvido em 40 episódios de intervenção, liquidação ou pagamento de garantia, segundo dados da própria entidade.
O primeiro grande teste do FGC ocorreu em 1997, com a quebra do Bamerindus, um dos maiores bancos do país. O resgate, considerado histórico, consumiu mais de R$ 3,74 bilhões e evidenciou a necessidade de uma rede permanente de proteção aos depositantes.
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