| A cada episódio da nova temporada inédita do programa, eu espero que uma coisa esteja ficando clara: a Amazônia é uma das maiores riquezas do nosso país! Continuando a minha imersão na região, o próximo episódio nos leva ao sudeste do Pará — mais especificamente ao Mosaico de Carajás, que conta com mais de 800 mil hectares de florestas preservadas! E tem mais: nesta Newsletter, falamos do destaque mundial do pão de queijo, além de trazer dicas de onde comer em SP. Bora nessa? | | Conheça a imensidão verde do Mosaico de Carajás, santuário natural no Pará Os números impressionam: são mais de 800 mil hectares de florestas preservadas, cerca de quatro mil espécies de fauna e flora catalogadas e outras milhares de fontes de água protegidas. Para entendermos melhor essa dimensão, pense em um tapete verde com árvores a perder de vista que equivale a cinco vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Assim é o Mosaico de Carajás. Situado no sudeste do Pará, é um dos maiores corredores de biodiversidade da Amazônia. Aqui, cada espécie — preservada, protegida e viva — é sinal de que a floresta ainda respira. A nossa sorte é que parte dessa imensidão nos recebe de braços abertos por meio de diferentes visitas, que mudam nossa percepção do que é conservação e dão um empurrão necessário para espalharmos a máxima de que "mais vale a floresta em pé do que deitada". Hoje, a maior lição que Carajás nos dá é que preservação e desenvolvimento aprenderam a caminhar juntos. Terreno fértil para pesquisas, o Mosaico é, acima de tudo, um retrato de comunidades que vivem e convivem com a floresta de maneira simbiótica, além de ser ideal para amantes do ecoturismo. Na coluna desta semana, conto tudo sobre essa região, que é a protagonista do segundo episódio da temporada especial do CNN Viagem & Gastronomia no Pará. É só clicar aqui! | |   Nós adoramos boas notícias — principalmente quando colocam o Brasil em destaque! E quer saber qual o protagonista da vez? O pão de queijo, que está conquistando paladares ao redor de todo o mundo! Presente em mesas de praticamente todas as culturas, o pão é um dos alimentos mais universais do planeta. De receitas ancestrais a versões contemporâneas, cada país tem sua receita queridinha, cheia de história e sabor. A CNN dos Estados Unidos fez uma seleção com os 50 melhores pães do mundo — e o pão de queijo apareceu na lista, provando que poucas coisas superam essa bolinha dourada com interior macio e quentinho. Entre os destaques globais também estão o simit turco (com gergelim e toque caramelizado); a baguette francesa (pontuda e crocante); o bagel de Montreal (assado em forno a lenha e levemente adocicado) e o lavash da Armênia, reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco. Quer ver todos os pães selecionados e saber mais sobre suas receitas? Clica aqui para ler a matéria completa no site do CNN Viagem & Gastronomia! | | | São Paulo é um dos destinos mais ricos do país quando o assunto é gastronomia — da cozinha japonesa ao melhor da culinária italiana. Mas, afinal, onde chefs paulistanos gostam de comer quando estão longe da própria cozinha? Quem responde é Rodrigo Schmidt, chef e sócio da Di Bari Pizza, no Ipiranga, eleita uma das melhores pizzarias da América Latina pelo 50 Top Pizza Latin America em 2024 e 2025. Confira as indicações: - Sushi Vaz: experiência japonesa autêntica com omakase disputado; - Bottega Bernacca: cinco unidades dedicadas a clássicos italianos impecáveis, como carbonara e um tiramisù imperdível; - Make Hommus. Not War: o hommus vira protagonista no menu árabe criativo, com combinações inusitadas; - Z Deli Restaurante & Delicatessen: nova fase da marca, agora com restaurante e deli. Destaque para o farfel caldoso de pato e o famoso pastrami; - Cozinha dos Ferrari: casa familiar na Mooca com menu que muda semanalmente e pratos italianos saborosos. | | |  Lena: o novo mineiro que me conquistou em Pinheiros Nos últimos dez dias, fui duas vezes ao Lena, o novo restaurante mineiro que me conquistou em São Paulo. E olha que não sou de repetir um lugar em tão pouco tempo… A comida mineira, para mim, tem gosto de abraço. É impossível um brasileiro – e arrisco dizer, qualquer pessoa do mundo – não se apaixonar por essa cozinha que não tem medo do tempero, da pimenta, da gordura e, principalmente, da generosidade. É comida que chega farta, quente e cheia de alma. O chef Mário Santiago, mineiro de Belo Horizonte, conseguiu repaginar essa tradição sem deixar com aquele ar moderninho demais, bonito no prato e sem graça na boca. No Lena, a comida continua com sabor de verdade, mas com um toque mais leve e curioso. O salão, em Pinheiros, tem pé-direito alto, plantas por todo lado e uma luz boa que faz a gente querer ficar. À mesa, tudo chega bonito, mas sem afetação. A broa de milho com frango pinga e frita, maionese picante e kimchi de ora pro nobis (R$ 35), pra mim, é o melhor retrato da cozinha do Mário, foge do óbvio, mas deixa claro suas raízes. Claro, tem pão de queijo – feito do zero, com polvilho fermentado naturalmente e queijo curado por 30 dias na Serra da Canastra. Ele aparece em várias versões irresistíveis: recheado com costelinha, goiabada defumada e picles de quiabo (R$ 32), em formato de pipoca com goiabada e creme azedo (R$ 30) e até folhado (R$ 17), uma criação em parceria com a confeiteira Verônica Kim. Tem cupim cozido por 12 horas com purê de mandioquinha e molho de jabuticaba com farofa de feijão frito (R$ 86); angu com queijo tulha, cogumelos tostados, ervilha torta, milho e molho tzatziki (R$ 68) tem textura e sabor na medida; a galinhada com sobrecoxa crocante e gema curada no shoyu e cachaça (R$ 71) é imperdível. Termine com alguma das sobremesas assinadas pela chef Kim e peça um café mineiro, coado na hora, que acompanha um cajuzinho para finalizar (R$ 10). Lena Restaurante: R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 98, Pinheiros - São Paulo (SP). | | | O segundo episódio da temporada me levou ao Mosaico de Carajás, no sudeste do Pará — um santuário de biodiversidade com mais de 800 mil hectares de floresta preservada. Entre trilhas, mirantes, grutas e lagoas, vivi experiências que mostram, de perto, a força e a riqueza da Amazônia. Caminhei pela Floresta Nacional de Carajás ao lado de especialistas, aprendi sobre espécies nativas e ameaçadas, avistei aves livres no viveiro do BioParque Vale Amazônia e terminei o dia diante de um pôr do sol inesquecível no Mirante do Vale do Rio Azul. Além da natureza exuberante, Carajás apresenta um modelo inspirador de convivência entre conservação, pesquisa e desenvolvimento. Visitei iniciativas comunitárias que transformam vidas, como cooperativas formadas por mulheres que encontraram na floresta uma fonte de renda digna e sustentável. Uma jornada transformadora — e um episódio imperdível! | | | | |
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