- Ibovespa: +1,72% (153.294,44 pts. - novo recorde)
- S&P 500: +0,37% (6.796,29 pts.)
- Nasdaq: +0,65% (23.499,80 pts.)
- Dow Jones: +0,48% (47.311,00 pts.)
- Dólar: -0,70% (R$ 5,3614)
- Euro: -0,62% (R$ 6,1614)
- Petróleo Brent (janeiro): -1,43% (US$ 63,52)
- Bitcoin: +3,25% (US$ 104.036,43)
- Ouro (dezembro): +0,82% (US$ 3.992,90)
Contexto: Pela 11ª sessão consecutiva, o Ibovespa fecha em alta nesta quarta-feira (5), com o mercado na expectativa pela decisão de juros do Banco Central brasileiro e balanços financeiros a serem divulgados também pela noite. No exterior, o shutdown afetou as movimentações, assim como a retomada do apetite por risco, o que fez com que o dólar fechasse em queda diante do real e moedas de outros países exportadores de commodities. Após uma sessão de temor na terça-feira (4), as bolsas de Wall Street retomaram o fôlego e fecharam em alta com balanços e dados de emprego positivos, além da diminuição do nervosismo em relação aos papéis de tecnologia do mercado de ações. Os números do mercado de trabalho privado norte-americano levaram o ouro a operar em alta e tocar brevemente os US$ 4 mil novamente, enquanto a preocupação com o excesso de oferta levou à queda do petróleo na sessão. | | | BC mantém juros em 15% e não sinaliza início de cortes O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) decidiu por unanimidade manter a taxa básica de juros em 15% ao ano nesta quarta-feira (5). É a terceira manutenção consecutiva desde que autoridade monetária interrompeu o ciclo de aperto monetário, em julho. Com isso, a Selic segue no maior patamar desde 2006, em decisão amplamente esperada pelo mercado. Esta foi a penúltima reunião do Copom neste ano. O encontro final está agendado para 9 e 10 de dezembro. Em comunicado, o Copom não sinalizou o início do corte da taxa, reforçando que o cenário está incerto e exige "cautela na condução da política monetária". O colegiado também voltou a citar a manutenção dos juros "por período bastante prolongado" para levar a inflação à meta. | | | Análise: Manutenção da Selic era o cenário mais provável Flávio Serrano, economista-chefe do Banco Bmg, comentou em entrevista ao CNN Money sobre a manutenção dos juros em 15% e destacou que a decisão era esperada, mas que comunicado demonstra maior convicção quanto aos efeitos dos juros no controle da inflação. 🔗 Confira a análise completa aqui | | |   Quinta-feira (6/11) Brasil 15h - Secex divulga a Balança Comercial Mensal (Outubro) Europa 7h - Eurostat divulga Vendas no Varejo | | | | | |
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