Olá, Divulga. Tem coisa melhor do que saborear um café e uma crônica? É como viajar no tempo e no espaço, uma oportunidade de dar gargalhadas, chorar de emoção, refletir e aprender a observar melhor as pequenas coisas ao redor. Boa leitura! |
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| Por Adalberto de Queiroz Quando era mais jovem, Lucky se deixava levar numa caixa apropriada ao posto de vacinação, não sem muitos miados de protesto. Mas não oferecia grande resistência para se submeter à agulhada anual do veterinário. Hoje, a situação mudou e muito. Há uns três anos, ele se nega, terminantemente, a entrar na caixa e ser meu passageiro até o posto de vacinação. | | |
| 💬 Modo motorizado individual / A Floresta | Por Maria Lúcia Felix Bufáiçal O que será de nós? Teremos civilidade suficiente para montar um esquema de rodízio, para cercar ruas, para muito mais gente usar o transporte público? Ou teremos essa sequência de engarrafamentos cada vez maiores, ad aeternum? Ou até que surjam os carros voadores? Ou até que o mundo acabe? | | |
| Por Fabrícia Hamu Hoje, tenho medo da chuva. É um sentimento estranho, porque nascida na década de 1970 e tendo acompanhado a vida na cidade de lá para cá, a chuva era sinônimo de conforto e boas lembranças. Talvez o leitor não compreenda, mas é que naquela época costumava "invernar" em Goiânia. | | |
| 💬 Vários tons de vermelho | Por Karla Jaime Sufocava com ligações e chamadas de vídeo a todo momento, e ai dela se não atendesse de imediato. As terríveis suspeitas de traição resultavam em longas e cansativas queixas e discussões. Foi ficando exausta e até assustada, diante de gritos e até ameaças. Decidiu terminar para ter paz. | | |
| 💬 Observar pássaros que nos observam | Por Cássia Fernandes Quase todas as manhãs, quando ia me exercitar na academia e me movia por 30 minutos na esteira imóvel, diante de uma grande janela, um bem-te-vi pousava em uma grade de outra janela e me encarava. | | |
| 💬 A vida narrada a partir da morte, sem ser fúnebre | Por Fabrício Cardoso Em Pedro Páramo, narradores se sucedem sem aviso para narrar a vida a partir da morte, sem ser fúnebre. Mais importante que entender, é saber que se transita num terreno de segredos, que não se revelam em uma primeira leitura. | | |
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