10 restaurantes BR na lista dos 100 melhores LatAm! 🤩

Com o mundo inteiro de olho em Belém por causa da COP30, eu embarco em uma jornada para conhecer outro lado da capital paraense: as ilhas de água doce que cercam a cidade. Nos passeios para Combú, Mosqueiro e Cotijuba pude entrar em contato com as comunidades ribeirinhas e suas produções, como o artesanato, o chocolate de cacau amazônico e outras delícias. E não para por aí: nesta Newsletter, você confere os 10 restaurantes brasileiros que já aparecem no ranking do Latin America's 50 Best Restaurants 2025, além de mais dicas de bons restaurantes no país. Bora nessa?
Belém e arredores: conheça ilhas e ingredientes típicos da capital paraense

Além do seu vibrante centro urbano, Belém é formada por cerca de 42 ilhas, que são o lar de comunidades que carregam tradições próprias. Situadas entre as águas dos rios, as ilhas são tesouros pouco conhecidos dos visitantes, mas que nos oferecem sombra, água fresca e experiências autênticas que podem envolver até açaí e cacau.

Algumas grandes, outras menores, as ilhas nos revelam nuances de cultura, história e de gastronomia. Logo, são um convite para sairmos do óbvio e mergulharmos mais profundamente nas riquezas do Pará.

Mas nem é preciso pegar um barco para conhecer mais de Belém: os próprios arredores do centro nos reservam lojas de chocolate, ateliês de cerâmica, barracas de tacacá e diversos restaurantes, desde os mais "raiz" até os contemporâneos. Foi a partir desta mescla que percorri os limites da capital no quarto episódio da temporada especial do CNN Viagem & Gastronomia no Pará.

Como sede da COP30, Belém entrou no radar mundial. E um dos legados deixados pela cidade é justamente ir além, nos instigando a descobrir suas maravilhas, sejam elas populares ou um pouquinho mais "escondidas".

Por isso, nessa viagem, fiz questão de viver um almoço típico na Ilha do Combú, a cerca de 10 minutos de barco da capital paraense, e de visitar outros dois destinos: a Ilha do Mosqueiro e Cotijuba, que encantam pelas maravilhas naturais. 

Na minha coluna, conto tudo sobre essas experiências imperdíveis no Pará. É só clicar aqui para conferir!



É sempre bom ver restaurantes brasileiros ganhando reconhecimento internacional!

A lista ampliada do Latin America's 50 Best Restaurants 2025 foi divulgada nesta terça (18) — e dez endereços do Brasil figuram entre os 100 melhores da América Latina. As casas aparecem entre o 51º e o 100º lugar e ficam em diferentes regiões do país: Salvador, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

O grande destaque nacional é o Origem, em Salvador, que ocupa o 52º lugar. Sob o comando dos chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca, o restaurante se consagra como referência em releituras criativas da culinária baiana. De São Paulo, aparecem na lista os nomes Kotori, Metzi, Maní, Cepa, D.O.M. e Notiê; do Rio, o Oseille conquistou a 65ª posição; e, de Curitiba, o destaque é o Manu, comandado pela chef Manu Buffara.

Além de sabor, a lista reflete a força da identidade nacional, com chefs que apostam em ingredientes locais, sustentabilidade e técnicas inovadoras. E os brasileiros podem seguir na torcida por mais boas notícias no campo gastronômico: a seleção com os 50 primeiros colocados da América Latina será revelada no dia 2 de dezembro. 

Para conhecer detalhes dos brasileiros que conquistaram um lugar no ranking, leia a matéria completa no site do CNN Viagem & Gastronomia! É só clicar aqui!

Porto Alegre e Gramado formam um dos roteiros mais saborosos do Sul do Brasil. Você encontra de tudo: parrillas, clássicos italianos e casas contemporâneas que valorizam ingredientes locais. Mas, afinal, onde um chef criado nesse terroir gosta de comer quando está fora da própria cozinha?

Quem responde é Nícolas Heckel, chef do Catherine, em Gramado, que serve releituras da gastronomia francesa com alma brasileira. Confira os endereços favoritos do profissional:

  • Di Pietro (Gramado): cortes feitos na parrilla, fondue e sobremesas clássicas com influência da brasa. Destaque para o menu executivo do dia a dia;
  • MLBK Restaurante (Gramado): prime rib impecável na brasa, além de chorizo com crosta de alho e parrillada farta;
  • Casa Muttoni (Gramado): galetos, massas caseiras e receitas que representam a herança dos imigrantes italianos no RS — o rodízio é a melhor pedida;
  • Benjamin Osteria Moderna (Porto Alegre): cozinha afetiva com toque contemporâneo; o chef indica o Plin de Costelão Affumicato;
  • 20BARRA9 (Porto Alegre): hambúrguer suculento e cortes de parrilla entre os melhores da capital;
  • Capincho (Porto Alegre): culinária sulista com criatividade; vale provar os corações de galinha com ervilhas.


Z Deli Restaurante nos Jardins: uma joia judaica reinventada em São Paulo

A cerca de um ano, o Z Deli Restaurante reabriu depois de uma longa reforma. Aberto em 1981, o restaurante de identidade judaica carrega a tradição das delis de Nova York.

Em um ambiente cheio de charme, quem assumiu o comando da cozinha foi o premiado chef Benê Souza, que conseguiu imprimir personalidade sem descaracterizar as receitas que fazem parte da memória afetiva da casa. Além disso, trouxe criações preparadas com precisão e delicadeza.

O salão está lindíssimo. Faça reserva, porque costuma lotar, e aproveite o menu que apresenta entradas como kibe cru de atum (R$ 69), alcachofras à judeia (R$ 48) e varenikes de batata (R$ 48). Entre os principais, os pratos são bem servidos. Se a fome não for grande, vale dividir o schitzel (R$ 99), que acompanha uma guarnição que pode ser legumes na brasa, salada, fritas ou purê de batata.

Também fazem sucesso o peixe do dia (R$ 99), o filé mignon (R$ 105) ou o bife de chorizo (R$ 114), ambos servidos com fritas, espinafre e um molho à escolha do cliente. E, se só de ouvir o nome Z Deli você já pensa em hambúrguer, não se preocupe. O menu inclui o belo cheeseburger com american cheese ou roquefort e cebola (R$ 85), acompanhado de fritas.

Z Deli Restaurante: Alameda Lorena, 1689, Jardins - São Paulo - SP 
 

O quarto episódio me levou a uma Belém que vai muito além do centro urbano: uma cidade cercada por 42 ilhas, onde cada território revela um jeito próprio de viver. Na Ilha do Combu, fica claro como a floresta orienta a culinária local, com restaurantes que unem ingredientes amazônicos e a atmosfera do rio. De volta ao continente, descobri lugares que guardam afetos e memórias, como a Casa Igá, da chef Oriana Bittar, um refúgio íntimo que revela uma Belém criativa e profundamente pessoal.

Pelos caminhos da cidade e das ilhas, encontrei tradições que moldam a identidade paraense: a produção artesanal da cachaça de jambu; os ateliês de cerâmica e biojóias; o cacau e a cozinha popular. Em Mosqueiro, experiências como o Chalé Cardoso deixam claro que gastronomia e modo de vida caminham juntos. E o episódio termina no Celeste, da chef Esther Serruya Weyl, um dos restaurantes mais renomados de Belém. O programa vai ao ar neste sábado (22), às 22h — e vale cada minuto!



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