EUA e China amenizam disputa comercial e ouro renova recorde com alívio de tensão

  • Ibovespa: +0,78% (141.783,36 pts.)
  • S&P 500: +1,55% (6.654,72 pts.)
  • Nasdaq: +2,20% (22.694,61 pts.)
  • Dow Jones: +1,29% (46.067,58 pts.)
  • Dólar: -0,79% (R$ 5,460)
  • Euro: +0,06% (R$ 6,323)
  • Petróleo Brent (dezembro): +0,94% (US$ 63,32)
  • Bitcoin: +0,07% (US$ 115.900,06)
  • Ouro (dezembro): +0,70% (US$ 4.000,40)

Contexto: O Ibovespa fechou em alta de 0,78% nesta segunda-feira (13), aos 141.783 pontos, em linha com o bom humor do mercado global após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, amenizar o discurso da disputa comercial contra a China. 

Após ameaças contra a segunda maior economia do mundo na sexta-feira, o republicano disse no fim de semana que não pretende prejudicar o país asiático e que acredita que "tudo ficará bem" na relação entre as duas nações. 

A sinalização diminuiu a aversão a risco dos investidores e levou o dólar à vista a cair 0,79%, a R$ 5,4606 na venda. 

Mas quem segue de vento em popa é o ouro, que teve o recorde renovado e viu o contrato com vencimento em dezembro subir 3,3%, a US$ 4.133,00 por onça-troy. À CNN, Rafael Furlanetti, presidente da Ancord, disse que há expectativa de a commodity metálica chegar a bater US$ 5 mil em 2026.

Ouro renova recorde e atinge US$ 4.100 com tensão EUA-China



O ouro fechou em alta inédita e a prata renovou maior nível em 45 anos nesta segunda-feira (13), conforme levantamento da Dow Jones Newswires. Investidores acompanham o cenário de incertezas globais, com as tensões tarifárias entre China e Estados Unidos e o shutdown do governo dos EUA em seu 13º dia.

Na Comex, divisão de metais da Nymex (bolsa de Nova York), o ouro para dezembro encerrou em alta de 3,3%, a US$ 4.133,00 por onça-troy, e a prata para mesmo mês subiu 6,73%, a US$ 50,42 por onça-troy.

Ambos os metais renovaram níveis recorde de fechamento e maiores preços da série histórica durante a sessão, a US$ 4.137,20 e a US$ 50,59, respectivamente.

O ouro e a prata se beneficiam de um crescimento mais lento da economia norte-americana e de uma taxa de juros mais baixa do Federal Reserve, segundo analistas. Em entrevista nesta segunda, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que o shutdown do governo já começa a afetar a resiliência da economia.
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Análise: China está preparada para guerra comercial



Thais Herédia, analista de economia do CNN Money, fala sobre a posição da China em meio ao aumento das tensões comerciais com os Estados Unidos, após ameaças tarifárias. Ela indica que o país asiático está preparado para uma guerra comercial.

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