Olá, Divulga. Tem coisa melhor do que saborear um café e uma crônica? É como viajar no tempo e no espaço, uma oportunidade de dar gargalhadas, chorar de emoção, refletir e aprender a observar melhor as pequenas coisas ao redor. Boa leitura! |
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| Por Adalberto de Queiroz Eu ainda me preparava para o vestibular quando Isidoro morreu, vítima de um acidente na obra em que trabalhava – o que provocou nele um AVC fulminante. Não pude comemorar com o amigo a alegria de ter sido aprovado no vestibular e morar em Goiânia como estudante de Física na UFG. | | |
| Por Maria Lúcia Felix Bufáiçal Porque casa, para a mulher, sempre foi local de trabalho. Tudo é filho, tudo é marido, tudo é almoço e jantar e o dia seguinte, e roupas pra lavar, pendurar, guardar. Tudo é ir à feira e comprar, comprar, comprar comida para os outros e para si própria. Vida de mulher, bolsa de mulher, a casa que é principalmente da mulher. | | |
| Por Fabrícia Hamu No outro dia, ao dirigir pela cidade, o trânsito voltou a parar. Em vez de pegar o celular, levantei os olhos. O sol alaranjado criava um efeito rosado nas nuvens. A tela do criador se renovava diante de mim — viva, colorida, em alta resolução e gratuita. | | |
| Por Karla Jaime Diante de uma dor que não tem nome, qual a dimensão, o significado, de picuinhas e carências que inventamos para nos distrair do impacto real de estarmos expostos a riscos, perigos, perdas, à morte que pode aguardar numa curva do caminho onde se passava sem noção do fim iminente? | | |
| Por Cássia Fernandes Por mais que os discursos nas redes sociais, de psicólogos, de coachs e de toda sorte de especialistas na Psicologia ou na Ciência da Felicidade tenham reforçado o papel do indivíduo como o único responsável pela sensação de felicidade, podemos mesmo nos sentir felizes quando tantos outros a nossa volta não se sentem? | | |
| 💬 Entre peões e vícios: um elogio ao xadrez | Por Fabrício Cardoso Por que então, sabedor dessa formosura, deletei o app de xadrez do celular? Bem, sou dado a vícios e, imprudentemente, me meti a jogar partidas de 1 minuto, chamadas pelo adequado nome de bullets. Como bala de revólver, é uma modalidade que destrava o que existe de pior em nós. Toda a estratégia morre: triunfa aquele que resiste 60 segundos sem levar um xeque-mate. | | |
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