🕵️♂️ Vereador bolsonarista na mira do Ministério Público
Revelamos que Eder Borges, do PL, nomeou sua própria enteada como chefe de gabinete com um salário de R$ 17 mil, e que sua namorada também atuava como assessora — mesmo sendo paga pela Prefeitura de Curitiba.
No mesmo dia da publicação da reportagem, a namorada do vereador foi exonerada do cargo público que ocupava.
Agora, esse defensor do lema "Deus, pátria e família (dele)" enfrenta uma investigação de nepotismo pelo Ministério Público do Paraná.Se as denúncias forem comprovadas, ele poderá perder o mandato.
Estamos aqui torcendo para que as investigações avancem rapidamente. E você? 🤞
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