Olá, Divulga. Das 111 vagas dos conselhos de 11 estatais, 60% são ocupadas por auxiliares com outras funções na gestão. Salários chegam a superar o do governador.
Reportagem especial mostra que o crime organizado dita as regras para quem vive em situação de rua na capital.
Em Aruanã, o povo Iny Karajá escolheu uma mulher como cacique. É a primeira em Goiás a ocupar o posto.
E a indústria goiana encara desafios para se manter competitiva, e se preocupa com possível perda de incentivos fiscais.
Você vai ler também que os malvados da dramaturgia, como a vilã Odete Roitman, encantam o público.
Tenha um bom domingo, e boa leitura! |
| | Em Aruanã, Goiás passa a ter sua primeira cacica | Com mulheres cada vez mais liderando aldeias, Valdirene Mahudikè assume comando do povo Iny Karajá, de Aruanã. | |
| Pessoas que vivem na rua em Goiânia ficam à mercê da violência | População vulnerável na região central de Goiânia e no Setor Campinas tem de seguir regras de traficantes. Para ela, polícia é sinônimo de violência e não de proteção. | |
| O essencial da coluna Giro | |
| Mabel fala em lançar 62 obras de grande porte até o fim de seu mandato | As intervenções estão sendo compiladas para inclusão no Plano Plurianual (PPA), que ele deve enviar à Câmara de Goiânia até o fim de agosto, e incluem a conclusão da Marginal Cascavel. | |
| Mais destaques para você: | |
| A rota da prefeitura de Mabel | Por Cileide Alves Experiente político e administrador, o ex-prefeito Iris Rezende se fechava em seu gabinete no primeiro ano de governo. Iris se dedicava a controlar com mão de ferro a receita e a despesa e a esperar, pacientemente, o tempo passar. Ele sabia que o primeiro ano de governo -- em especial quando faltam recursos e sobram dívidas -- costuma ser o mais difícil. Levam-se meses para organizar a máquina pública, reabastecer o caixa do Tesouro e para os resultados começarem a aparecer. Experiente gestor privado, o empresário Sandro Mabel assumiu seu primeiro mandato no executivo com superexposição nas redes sociais e na mídia. | |
| O Último Dia de um Condenado | Por Fabrício Cardoso Li "O Último Dia De Um Condenado", novela publicada por um Victor Hugo ainda jovem, em 1829, e senti um grau de confiança que me tem sido negado pela literatura contemporânea, com pendores de engajamento. Estamos tão cheios de pretensões morais, tão convictos da nossa elevação, que matamos o que há de mais precioso numa narrativa: a ambiguidade, o médico e o monstro que habitam cada um de nós, o duplo que nos faz humanos. | |
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