| Argentina se junta à China e à UE na suspensão da compra de aves do Brasil | | | Nesta sexta-feira (16), a Argentina suspendeu a importação de produtos e subitens de aves do Brasil por conta da confirmação de um caso de gripe aviária em uma granja comercial no estado do Rio Grande do Sul. China e União Europeia também tomaram a mesma atitude. As decisões de suspensão da importação de frango brasileiro ocorrem por conta do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial no município gaúcho de Montenegro. | | BOLSA E DÓLAR NESTA SEXTA-FEIRA O desempenho dos mercados hoje. Veja aqui | | | O Ibovespa teve alta e renovou mais uma vez a máxima história, enquanto o dólar também avançou ante o real nesta quinta-feira (15), com o impacto no mercado brasileiro do apetite global por risco sendo parcialmente compensado pelo efeito das fortes quedas dos preços do petróleo, enquanto os investidores ainda analisavam dados dos Estados Unidos. O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, subiu 0,66%, a 139.334 pontos, superando o patamar alcançado na última terça-feira (13), quando atingiu a máxima de 138.963 pontos. Já o dólar à vista subiu 0,84%, a R$ 5,6803 na venda. | | GRIPE AVIÁRIA, EMPREGO, EUA Macroeconomia | | | O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, avalia ser possível retomar as exportações de carne de frango e ovos para a China em menos de 60 dias. A declaração foi realizada em entrevista à CNN. No primeiro trimestre de 2025, o país tinha 1,425 milhão de pessoas em situação de desemprego de mais longo prazo, ou seja, em busca de um trabalho há pelo menos dois anos. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) espera uma queda de 1,6% da carga de energia no Brasil em maio, a 77.738 megawatts (MW), mais intensa do que a retração de 0,3% prevista há uma semana, segundo projeções publicadas nesta sexta-feira. O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou nesta sexta-feira o segundo bloco de leilões portuários de 2025, avaliado em R$ 1,03 bilhão. A inadimplência das empresas no Brasil bateu novo recorde em março e chegou ao patamar de 7,3 milhões, o maior registrado desde o início da série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, divulgado nesta sexta-feira. Os preços de importados nos Estados Unidos subiram inesperadamente em abril, uma vez que o aumento no custo de bens de capital compensou os combustíveis mais baratos. A confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu ainda mais em maio, enquanto as expectativas de inflação para daqui a um ano aumentaram, uma vez que as famílias continuaram preocupadas com o impacto econômico da política comercial do presidente Donald Trump. | | AMBIPAR, GOL, TAKE-TWO Negócios | | | | A Ambipar encerrou o primeiro trimestre de 2025 com receita líquida de R$ 1,74 bilhão, um novo recorde trimestral para a companhia. A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira (16) que assegurou financiamento de US$ 1,9 bilhão junto a credores e investidores para poder deixar o processo de recuperação judicial iniciado nos Estados Unidos no ano passado. A Take-Two Interactive previu faturamento do ano fiscal de 2026 abaixo das expectativas revisadas de Wall Street, sinalizando que uma forte linha de lançamentos este ano pode não amortecer o impacto do atraso no lançamento de "Grand Theft Auto VI". | | MEDIDAS SOCIAIS Negado por Haddad, ajuste de R$ 100 no Bolsa Família custaria R$ 28 bilhões | | | Uma reajuste de R$ 100 no benefício do Bolsa Família — levando o pagamento de R$ 600 a R$ 700 mensais — custaria R$ 28 bilhões por ano aos cofres públicos, segundo cálculo da Warren Investimentos. A possibilidade foi rejeitada pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após o assunto ser ventilado nesta semana, Haddad respondeu a jornalistas na quinta-feira (15): "Não tem estudo, não tem demanda, não tem pedido. Está fora de cogitação. Não há pressão por parte do Ministério do Desenvolvimento Social [MDS] para isso". | | COM AUMENTO DA DÍVIDA E JUROS ▸Moody's rebaixa nota de crédito dos EUA e tira classificação de "AAA" A agência Moody's rebaixou a classificação de crédito dos Estados Unidos em um degrau, de "Aaa" para "Aa1", citando o aumento da dívida e dos juros a níveis "que são significativamente mais altos do que os de soberanos com classificação semelhante". A medida pode abalar os mercados financeiros e elevar as taxas de juros. | | | | | | |
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