Apoio ao fim da escala 6×1 esbarra em resistência no Congresso

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Quinta-feira, 1° de maio de 2025

Apoio ao fim da escala 6×1 esbarra em resistência no Congresso; alas do Congresso acreditam que a matéria não será aprovada se a redação final sugerir três dias de folga e quatro de trabalho semanais

Escala 6x1


Protocolada há quase dois meses na Câmara dos Deputados, a PEC que sugere o fim da escala de trabalho 6×1 está parada na Casa e enfrenta resistência de alas do Congresso. O texto é de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e propõe carga horária semanal de 36 horas, com quatro dias de trabalho e três dias de descanso. A proposta ainda não recebeu nenhum despacho do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mas deve começar a tramitar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois, ainda passa por uma comissão especial antes de ir ao plenário. Na segunda-feira (28), Hugo afirmou que o projeto deverá entrar em diálogo "nos próximos dias" e defendeu um "tratamento institucional". Alas do Congresso acreditam que a matéria não será aprovada se sugerir três dias de folga e quatro de trabalho semanais. Nos bastidores, deputados do PSOL e do PT já admitem que o projeto sofrerá alterações para enfrentar menos resistência.

Crise no INSS


Em meio à crise no INSS, a oposição busca faturar politicamente com um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), protocolado na quarta-feira (30), na Câmara. Já os governistas defendem uma investigação feita de maneira independente pela gestão Lula e buscam dividir responsabilidades apontando supostos problemas ainda no governo Bolsonaro. O pedido de CPI da oposição para investigar fraudes de descontos de aposentados do INSS conseguiu 185 assinaturas, 14 a mais do que o mínimo necessário. Assim como no projeto da anistia, deputados do centrão e até mesmo da base do governo Lula reforçaram o coro. Sem apoio de integrantes de partidos com pastas na Esplanada, o pedido não teria sido protocolado. Destaque para os 25 deputados do União Brasil, os 11 do MDB e os nove do PSD. Cada um desses partidos controla três ministérios no atual governo. 

Novo presidente do INSS


Escolhido por Lula para ser o novo presidente do INSS, o procurador federal Gilberto Waller Junior teve o aval dos ministros da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, e da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho. O presidente procurava um nome que pudesse demonstrar que o governo tem como prioridade a investigação no escândalo da fraude dos descontos nas aposentadorias e pensões. De acordo com interlocutores da Presidência, Lula buscou alguém com "capacidade de resolver o problema emergencial". O Palácio do Planalto traçou uma estratégia de demonstrar que o governo é implacável com casos de corrupção. A orientação é sempre destacar que o escândalo foi revelado pelo trabalho do próprio governo, por meio da CGU e da Polícia Federal (PF).

Exército argentino


O governo da Argentina prevê, a partir da semana que vem, o envio de militares para as fronteiras com Paraguai, Bolívia e Brasil. A definição dos locais em que as tropas serão posicionadas ocorrerá de acordo com as solicitações de apoio feitas pelo Ministério da Segurança do país. A informação foi confirmada para a CNN pelo ministério da Defesa argentino. O objetivo da "Operação Roca", como foi batizada, é reforçar a segurança das fronteiras terrestres, fluviais e aéreas. De acordo com o governo de Javier Milei, os integrantes das Forças Armadas serão enviados para zonas rurais não habitadas da fronteira do norte e nordeste argentinos, longe das passagens fronteiriças oficiais, para auxiliar no combate à criminalidade e na proteção do território. De acordo com o ministro da Defesa da Argentina, Luis Petri, os militares poderão prender civis durante as operações.

EUA e Ucrânia


Os Estados Unidos e a Ucrânia assinaram um "acordo de parceria econômica" que dará a Washington acesso aos minerais de terras raras de Kiev em troca do estabelecimento de um fundo de investimento na Ucrânia. Os EUA e a Ucrânia vêm tentando fechar o acordo sobre recursos naturais desde que o presidente americano, Donald Trump, retornou à Casa Branca em janeiro. O acordo surge após semanas de intensas negociações que, por vezes, temporariamente prejudicaram a ajuda de Washington à Ucrânia. O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou na quarta-feira (30) que ambos os países assinaram o acordo. "Como o presidente disse, os Estados Unidos estão comprometidos em ajudar a facilitar o fim desta guerra cruel e sem sentido", disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em um comunicado.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez, na quarta-feira (30), um pronunciamento à nação pelo dia do trabalho, data comemorada em 1º de maio. Assista.
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