Morre o cineasta David LynchO cineasta americano David Lynch, diretor da série de TV 'Twin Peaks' e do filme 'Blue Velvet', morreu aos 78 anos. A informação foi publicada ontem pela família nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada. Fumante desde os oito anos de idade, Lynch tinha sua capacidade de locomoção prejudicada por um enfisema diagnosticado em 2020. Lynch estreou no cinema com o longa-metragem 'Eraserhead', em 1977. Três anos depois, foi indicado ao Oscar pelo filme 'O Homem Elefante', com John Hurt, Anthony Hopkins e Anne Bancroft. Em 1990, revolucionou as séries de TV com 'Twin Peaks', criada em parceria com Mark Frost para a rede americana ABC. A primeira temporada recebeu 14 indicações ao Emmy. Outras de suas obras notáveis são "Estrada Perdida" (1997), "Mulholland Drive" (2000) e "Cidade dos Sonhos" (2001). 'Avanço' do autoritarismo na América LatinaO autoritarismo e o enfraquecimento da democracia na América Latina "avançaram de forma galopante" em 2024, segundo a diretora regional da HumanRights Watch para a região, Juanita Goebertus. O comentário foi feito por ocasião do lançamento do relatório anual da entidade sobre a situação do respeito aos direitos humanos no mundo. O documento classifica Venezuela, Cuba e Nicarágua como "três ditaduras absolutamente consolidadas" e chama atenção para o Haiti, tomado por gangues criminosas e marcado pela "ausência absoluta de um Estado". Sobre o Brasil, o relatório considera como fatos positivos a queda no desmatamento da Amazônia e a aprovação de leis para a proteção dos direitos digitais na infância. Por outro lado, a HRW nota que, até setembro, a polícia matou 4.565 pessoas, 80% das quais negras. A entidade também considera que a volta de Donald Trump à Casa Branca "ameaça, por ação ou omissão, os direitos humanos não apenas dentro dos EUA, como também no exterior". 'Loucura neonazista' de ZuckerbergO advogado da Meta, Mark Lemley abandonou a causa em que representava a empresa devido ao que chamou de "masculinidade tóxica" e "loucura neonazista" do CEO Mark Zuckerberg. Professor de direito na Universidade de Stanford, Lemley disse, no entanto, que espera que a Meta vença o processo. "Embora eu ache que eles estão do lado certo na disputa de direitos autorais da IA, não posso mais, em sã consciência, atuar como seu advogado." Na semana passada, Zuckerberg anunciou que a Meta suspenderá a checagem de fake news e discurso de ódio nas redes Facebook e Instagram - uma medida vista como um movimento para agradar ao presidente eleito Donald Trump. Em participação no podcast de Joe Rogan, Zuckerberg também afirmou que a cultura corporativa precisava de mais "energia masculina". |
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